quarta-feira, 31 de março de 2010

Carta de Agradecimento de um Inspetor da GCM/SP ao conquistar sua merecida aposentadoria

O Blog da Associação de Inspetores das Guardas Municipais deseja ao Inspetor Vanderlirio que todos os sonhos e planejamentos traçados para esse tão almejado momento se tornem realidade, e que o Grande Arquiteto do Universo lhe ilumine e guarde no caminho de volta para o seio daqueles que tanto lhe esperaram pacientemente enquanto ele cumpria sua árdua missão de proteger a nossa sociedade.

GCM'F Benta Antonia Silva fatura 4 (quatro) medalhas de 1º lugar em campeonato voltado para modalidades de atletismo.


Foi no I Torneio Atletismo Master de Taubaté, ocorrido em 28/03/2010, que a GCM'F Benta Antonia Silva faturou quatro vezes o 1º lugar nas modalidades 100 metros, 200 metros, Salto em Distância e Revesamento 4 x 100.

A GCM'F Benta está lotada na Centra de Telecomunicações e Monitoramento Eletrtônico da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo, lugar onde recebeu os cumprimetos e as homenagens do seu comandante, o Inspetor Chefe Regional Ademir Pereira Pina.


terça-feira, 30 de março de 2010

Um pouco de história da Guarda Municipal de São Paulo - Criada em 1969 pelo então Prefeito José Vicente de FARIA LIMA através da Lei nº 7.254 de 10/01/1969

Clique nas imagens para ampliar o tamnho e facilitar a leitura

Pelo que sabemos ela não foi de fato implantada por causa do então Prefeito "Biônico" Paulo Salim Maluf, que a revogou com a Lei n.º 7.438 de 7 de abril de 1970.



domingo, 28 de março de 2010

A "Lei da Mordaça" e a Guarda Civil Metropolitana

Autor: Aldo Fernandes Emegildio
Vice Presidente do Sindicato das Guardas Municipais do Estado de São Paulo - SIGMESP

A lei paulistana nº 15.135, de 22 de março de 2010, revogou a “lei da mordaça” em relação aos funcionários públicos municipais regidos pela Lei 8.989/79.

A “Lei da Mordaça” recebeu esta alcunha por proibir o funcionário público de referir-se depreciativamente em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração.

Quanto aos servidores da Guarda Civil Metropolitana, que nas questões disciplinares são regidos pela Lei 13.530/03, resta a dúvida sobre ainda existir ou não esta proibição. Isto porque, a lei 15.135 revogou apenas a vedação contida na lei 8.989/79, e não fez qualquer menção ao mesmo mandamento encontrado no regulamento disciplinar da GCM.

Breve histórico:

No projeto apresentado pelo Executivo, a “Lei da Mordaça” não seria revogada por inteiro.

Para garantir a plenitude da livre manifestação do pensamento o vereador Antônio Donato propôs um substitutivo para que o inciso I do artigo 179 fosse totalmente revogado. Em suas palavras, “A exclusão de todo o Inciso é simbólico, já que era um verdadeiro entulho autoritário que existia no Estatuto do Servidor Público Municipal, ainda da época de ditadura”. Para ele, a livre expressão do funcionário público é “fundamental para a transparência e fiscalização dos atos do Executivo, que muitas vezes podem ir contra o interesse público” (fonte: Portal da Câmara Municipal).

A lei foi aprovada pela Câmara Municipal e foi brilhantemente sancionada pelo Prefeito Gilberto Kassab.

O Poder Executivo, se pensasse de forma diversa, poderia ter vetado o projeto já aprovado no Legislativo, mas não o fez. Sendo assim, a idéia que nos passa é a de que sua intenção é a de permitir a qualquer servidor público o pleno exercício do direito à democracia e a livre manifestação do pensamento.
A conclusão:

Sendo assim, nos parece que a vedação análoga ainda vigente em relação aos guardas municipais - inciso XXV, do artigo 19, da Lei 13.530/03, também deveria ter sido expressamente revogada no texto desta lei. Contudo, talvez por algum esquecimento do autor do projeto, e também dos legisladores, acabou por passar despercebida.

Bastava que qualquer vereador apresentasse uma emenda para que a questão fosse estendida aos integrantes da Guarda Civil Metropolitana que, pelo menos desta vez, não deixaria de ter sido contemplada por bons projetos.

Essa falta de atenção que “vira e mexe” acaba por deixar a Guarda Civil Metropolitana em situações dúbias é normal para quem não tem representatividade junto ao Poder Legislativo. Nossa instituição há muito vem passando despercebida naquela egrégia casa de leis. O fato é perfeitamente normal. Estamos em ano eleitoral. Quem poderia estar zelando por nós talvez esteja atarefado com questões mais importantes.

No entanto, nem tudo está perdido. Se analisarmos a intenção da nova lei, somada ao tratamento igualitário que deve ser dispensado a todos os servidores municipais pela Administração Pública, podemos concluir que através de um parecer jurídico, ou de um Decreto regulamentar, a questão da Guarda Civil Metropolitana se resolva com o pronunciamento no sentido de que houve a revogação tácita do inciso XXV do artigo 19 da lei 13.530/03.

Resta-nos descobrir quem será a pessoa indicada para dar inicio aos procedimentos necessários no sentido de dirimir este mais novo dilema que paira sobre os nossos ombros.

De qualquer forma, devemos sempre lembrar que, estando revogada ou não; o respeito, a disciplina e a urbanidade devem ser mantidos nas formas de tratamento entre qualquer pessoa, independente de cargos, títulos ou posições que ocupam em nossa sociedade, isto porque, antes de tudo, a educação vem sempre em primeiro lugar. 
 
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Liberdade ainda que tardia.

Autor: Wagner Pereira

O Estado Democrático de Direito fora fortalecido pela aprovação da Lei nº 15.135 publicada no Diário Oficial da Cidade de São Paulo de 23/03/2010, que revogou o disposto no inciso I do artigo 179 da Lei nº 8989/79, que instituiu o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de São Paulo, que estabelecia como transgressão Disciplinar:

“I - referir-se depreciativamente em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração”.
O Projeto de Lei nº 53/10, de autoria do Executivo Municipal estabelecia:

“I – referir-se depreciativamente em informação, parecer ou despacho às autoridades constituídas e aos atos da Administração”.


Devemos enaltecer o trabalho realizado pelos Vereadores da Cidade de São Paulo pela aprovação do substituto deste projeto de lei, bem como, a do Prefeito Gilberto Kassab em sancioná-lo.

Entretanto, o mesmo dispositivo está previsto no inciso XXV do artigo 19 da Lei nº 13.530/03, que instituiu o Regulamento Disciplinar dos Servidores do Quadro dos Profissionais da Guarda Civil Metropolitana da Cidade de São Paulo.

O imbróglio jurídico está constituído, pois teremos os defensores da eficácia e prevalência de lei especial sobre a lei geral, bem como, os arautos defensores de que uma vez suprimida a regra geral de forma expressa, a regra especial seria suprimida tacitamente.

No caso da Lei nº 8989/79 é indiscutível sua revogação expressa pela Lei nº 15.135/10, conforme:

“Art. 1º. Fica revogado, em todos os seus termos, o inciso I do art. 179 da Lei nº 8.989, de 29 de outubro de 1979”.

No tocante o disposto no inciso XXV do artigo 19 da Lei nº 13.530/03, pode ser proposta a incidência da revogação tácita, que embora não seja revogada pela Lei 15.135, resulta na exclusão de conduta tida como transgressão disciplinar a todos os servidores públicos municipais, sendo incompatível com a nova ordem positivada, além de regular matéria prevista em lei anterior.

A fundamentação jurídica pode ser pela aplicabilidade da Lei de Introdução ao Código Civil Brasileiro – Decreto-Lei nºº 4.657, de 4 de setembro de 1942, que estabelece:


“Art. 2o Não se destinando à vigência temporária, a lei terá vigor até que outra a modifique ou revogue.


§ 1o A lei posterior revoga a anterior quando expressamente o declare, quando seja com ela incompatível ou quando regule inteiramente a matéria de que tratava a lei anterior.


§ 2º A lei nova, que estabeleça disposições gerais ou especiais a par das já existentes, não revoga nem modifica a lei anterior.”

A premissa fora estabelecida, a lei nova revoga preceito estabelecido em lei geral anterior de forma expressa, e de igual teor em norma especial de forma tácita, pois inimaginável que caso a Lei nº 15.135 estabelecesse nova infração disciplinar no Estatuto dos Funcionários Públicos, está não alcançaria os profissionais da Guarda Civil Metropolitana.

Controverso, como a propositura de norma tão preciosa preteriu em seu escopo os Guardas Civis Metropolitanos, talvez por esquecimento dos que propagam os ideais de azul marinho, mas liberdade ainda que tardia.

segunda-feira, 22 de março de 2010

CONVITE

Pensamento do dia...

Afaste de sí o veneno da lisonja, não creia naqueles que o elogiam sem qualquer motivo, prefira ouvir uma crítica honesta a um galanteio vazio, a crítica aos nossos atos poderá trazer-nos o alerta de que necessitamos para corrigir-nos. O elogio fácil nos amolece e ilude, e, nada existe de mais frágil que uma criatura iludida a seu próprio respeito.

Associação Internacional de Polícia - EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA


                           Pelo presente Edital, baixado nos termos do Artigo 22, inciso 2, letra “a”, na forma do qu estabelece o § 3º do mesmo artigo do Estatuto Social desta Seção Regional da “IPA”, ficam convocados, os associados em pleno gozo de seus direitos estatutários, para participarem de uma Assembléia Geral Ordinária, a ser realizada no dia 31 de março de 2010, na sede social da Associação, sito à Av. Cásper Líbero, 390, 5º andar, Luz, São Paulo – SP, em primeira convocação às 18 horas, se presente a maioria absoluta dos associados, ou em segunda convocação, meia hora depois, com qualquer número, para deliberarem sobre a seguinte ordem do dia:
                           1 – Apreciação das contas do exercício de 2009 (Balancetes mensais e Balanço anual);
                            2 – Assuntos gerais de interesse da Associação e de seus associados.
                           Para que chegue ao conhecimento de todos, baixou-se o presente Edital, que será afixado na sede da entidade e disponibilizado no seu sítio na Internet e também retransmitido por E-mail aos associados cadastrados.
                             São Paulo, 17 de março de 2010


                                    Jarim Lopes Roseira

                                             Presidente

sexta-feira, 19 de março de 2010

Câmara vota fim da Lei da mordaça na Capital - Ainda há dúvidas quanto aos casos da GCM/SP que tem regulamento disciplinar diferenciado

17/03/2010


 

Em sessão ordinária na tarde de hoje (17/3), a Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segunda votação, a lei 53/2010, que dá nova redação ao inciso I do artigo 179 da lei nº 8.989, de 1979 – a chamada Lei da Mordaça (PL 53/2010)-, de autoria do Executivo. A “Lei da Mordaça” proibia o servidor público municipal de “referir-se depreciativamente em informação, parecer ou despacho, ou pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação, às autoridades constituídas e aos atos da Administração”.

Porém, o PL encaminhado pelo Executivo suprimia apenas o trecho “ou pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação”. O vereador Donato propôs, então, um substitutivo para que o inciso I do artigo 179 fosse totalmente revogado. De acordo com Donato, o texto do PL, como estava, deixava a Lei pela metade; “na medida em que só exclui a questão das manifestações pelos meios de comunicação”, disse.

Donato comemorou a aprovação do PL, que agora vai para a sanção do prefeito Kassab. “A exclusão de todo o Inciso é simbólico, já que era um verdadeiro entulho autoritário que existia no Estatuto do Servidor Público Municipal, ainda da época de ditadura”. Para ele, a livre expressão do funcionário público é “fundamental para a transparência e fiscalização dos atos do Executivo, que muitas vezes podem ir contra o interesse público”.

Foto: Juvenal Pereira, sitio CMSP

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Lei Municipal 8.989/79:
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Substitutivo ao Projeto de Lei nº 53/10 aprovado pela Câmara Municipal


Revoga o inciso I do artigo 179 da Lei nº 8.989, de 29 de outubro de
1979 — Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de São Paulo.
A Câmara Municipal de São Paulo
D E C R E T A:
Art. 1º. Fica revogado, em todos os seus termos, o inciso I do artigo 179 da Lei nº 8.989, de 29 de outubro de 1979.
Art. 2º. Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação.
 

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Observação do Blog:

O dispositivo revogado na Lei 8989/79 também pode ser encontrado no inciso XXV do artigo 19 do regulamento disciplinar da GCM/SP - Lei 13.530/03

Art. 19 - São infrações disciplinares de natureza grave: 

XXV - referir-se depreciativamente em informações, parecer, despacho, pela imprensa, ou por qualquer meio de divulgação, às ordens legais; 

Talvez tenha havido uma revogação tácita. Vamos esperar para ver o posicionamento do Jurídico do Governo da Cidade de São Paulo.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Mulheres da GCM são homenageadas pela Associação Comercial de São Paulo

[HomenagemDiadasMulheres.jpg]
Texto: Renata J. Silva

Com o tema “Século XXI – União das Diferenças”, a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do Conselho da Mulher, homenageou nesta segunda-feira (08/3) - Dia Internacional da Mulher, a Inspetora Chefe Regional Angélica Regina Rocha e a GCM Ambiental Feminina 3ª classe, Daniela Manes Moreira.

A cerimônia, que aconteceu na sede da Associação, região central, foi presidida pela Coordenadora Geral do Conselho Estadual da Mulher e do Conselho da Mulher de São Paulo, Norma Burti. A coordenadora ressaltou a importância da mulher na sociedade brasileira e a luta contra os diversos tipos de discriminações.

As homenageadas assistiram um filme sobre a União das diferenças e, em seguida, participaram da palestra “Homem e Mulher – Dueto ou Duelo” com o jornalista, consultor, produtor e apresentador do programa “O PODER DA PALAVRA” pela Rádio Mundial FM 95,7, JB Oliveira.

A primeira Vice-Presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, Dra. Rosy Maria de Oliveira e a primeira brasileira a realizar o curso profissional de sommelier da Cámara de Comércio de Madrid, Lylian Loureiro de Lima, contaram as suas histórias de vida.

Agraciadas, as mulheres receberam certificado e placas de homenagem. Além das homenageadas da Guarda Civil Metropolitana, representantes da Força Aérea Brasileira, do Corpo de Bombeiros, da Força Patrulha, da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo, da Sommeliére; além de profissionais de mecânica, motoristas e técnica de futebol.

O encerramento da cerimônia foi realizado pelo presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo e da Associação Comercial de São Paulo, Sr. Alencar Burti.

terça-feira, 16 de março de 2010

Comandante Geral da Guarda Civil Metropolitana recebe Comandantes de Guardas Municipais de Pernambuco

Na foto: O Comandante Geral da GM de Olinda/PE - Sr. Américo Machado;  O Comandante Geral da GCM/SP - Sr Joel Malta de Sá; O Comandante Geral da GM de Paulista - Sr. Admilson Silva;   O Comandante Geral da GM de Camaragibe - Sr. Paulo Roberto Targino e o Sr. Ary Siqueira da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco.
Na tarde desta terça-feira estiveram o Comandante Geral da GCM - Sr Joel Malta de Sá, recebeu em seu gabinete a visita dos comandantes das Guardas Municipais das cidades de Paulista - Sr. Admilson Silva;   Olinda - Sr. Américo Machado; Camaragibe - Sr. Paulo Roberto Targino, além do Sr. Ary Siqueira da Secretaria de Defesa Social do Estado de Pernambuco.

A intenção da visita surgiu no encontro que se deu no Fórum Nacional de Segurança Pública que está acontecendo na cidade de São Paulo. 

No encontro entre os Comandante foi discutida a realidade das guardas municipais no cenário brasileiro e os avanço que estão sendo conquistados com a somatória de esforços dos comandantes de todas as guardas municipais espalhadas pelo Brasil, além das associações representantes de classe, sindicatos e conselhos.

Comandante da Guarda Civil de Monte Alto/SP visita a Guarda Civil Metropolitana de São Paulo

 Na foto: Inspetor Bazzana; o Comandante de Monte Alto - Inspetor Goulart e o Subcomandante da GCM/SP - Inspetor Regional Marino

O Inspetor Gilberto Luiz Goulart, Comandante da Guarda Municipal de Monte Alto/SP foi recebido na manhã desta terça-feira pelo Subcomandante Geral da Guarda Civil Metropolitana de São Paulo Francisco Maurício Marino. A visita teve como objetivo conhecer as instalações da instituição e a troca de informações para o desenvolvimentos e criação de outras guardas municipais na região de Monte Alto.

sexta-feira, 12 de março de 2010

CONVOCAÇÃO GERAL

Campanha Nacional de Valorização do Policial

Local: Assembléia Legislativa/SP - Plenário Franco Montoro
Data: 15/03/2010 - Horário: 14h30min

O dia 15 de março de 2010 foi a data escolhida para o lançamento oficial da Campanha Nacional de Valorização do Policial e foi denominada pela comissão coordenadora de representantes, de Movimento Nacional em Defesa dos Policiais. O Estado de São Paulo nessa data sediará o evento que contará com a participação de várias personalidades políticas do país, sindicalistas, representantes policiais de todos os Estados, membros da sociedade civil organizada e um grande número de policiais civis e militares que já demonstraram apoio à iniciativa. O portal do Policial ouviu o presidente da COBRAPOL que também preside a Comissão Organizadora do Movimento:

PP.: Qual o objetivo do movimento?

JG: Alcançarmos imediatamente a valorização do policial.

PP.: Como se daria a valorização do policial?

JG.: Entendemos que a valorização do policial só poderá ser aceita pela categoria se essa valorização se iniciar pela correção imediata da injusta política salarial praticada no nosso país. Para tanto é necessário que os governos federal, estadual e municipal realizem um pacto em torno desse novo paradigma. Não podemos entender que o Brasil em plena ascenção política e financeira, arrecadando bilhões em impostos continue dispensando esse tratamento aos trabalhadores policiais. Não basta tentar remediar com criação de “bolsas”, tem que enfrentar o problema com responsabilidade e de frente, nós policiais somos servidores públicos sim e investimos nossa própria vida em prol da vida, portanto, temos que nos orgulhar de sermos policial. A criminalidade investe nos bandidos, compram as melhores armas e distribuem as rendas ilícitas aos seus comparsas, pagam salários vultosos para seus advogados, enquanto que a maioria dos governos que são os gestores da Segurança fazem pouco caso, quando se trata de investir no salário do pessoal. Como um policial mal remunerado pode dar segurança a sua família? Como alguém infeliz pode prestar bons serviços à sociedade? A quem interessa pagar mal aos policiais? Não dá mais para suportar essa situação, é chegada a hora da mudança pra melhor, para isso estamos buscando apoio na nossa base policial e juntos mostrarmos à população que merecemos ser tratados com dignidade e respeito.

Campanha Nacional de Valorização do Policial Civil 
     A Cobrapol lança na próxima segunda-feira, dia 15, a Campanha Nacional de Valorização do Policial Civil, com um evento na Câmara Legislativa de São Paulo. São aguardadas a participação de diversas autoridades políticas, sindicalistas, caravanas de policiais vindos de todas as regiões do país, membros da sociedade civil organizada e policiais militares que já demonstraram apoio à iniciativa.
   
    O objetivo da Campanha é alcançar a valorização do policial levantando um debate nacional sobre as dificuldades que a categoria enfrenta e levando os governos federal, estadual e municipal a discutir a questão abertamente com o setor e a sociedade, já que envolve a segurança pública.
   
    Entre as reivindicações do setor está a correção imediata da injusta política salarial praticada até então. 

Fonte: COBRAPOL

1º Fórum Intermunicipal de Segurança Urbana



 “A Segurança Urbana no marco do Estado Democrático de Direito e dos Direitos Humanos: O perfil da Guarda Municipal”
A Secretaria de Segurança Urbana de São Bernardo do Campo, atenta à necessidade de fomentar o debate sobre o perfil da Guarda Municipal, principalmente no momento em que a temática da regulamentação das Guardas tem sido foco de discussões e intenções políticas, promoveu o Fórum Intermunicipal “A Segurança Urbana no marco do Estado Democrático de Direito e dos Direitos Humanos: O perfil da Guarda Municipal”. O evento propiciou a ampliação do diálogo, com representação das Guardas Municipais da região de São Bernardo do Campo, Diadema, Santo André, Mauá, São Caetano, Ribeirão Pires, Osasco, Santa Barbara d’Oeste, Embu Guaçu, mas também da sociedade civil e do poder público, essencial para que se possa amadurecer o debate sobre o perfil da Guarda Municipal e sobre sua regulamentação.
No Fórum o Deputado Federal Vicentinho, anunciou a frente Parlamentar Pró Guardas Municipais no congresso em Brasília, compromisso assumido com os Guardas durante o lançamento da Frente Parlamentar Pró segurança Urbana em São Paulo, onde o dia e hora de lançamento será posteriormente divulgado.
No Fórum Intermunicipal teve como palestrantes Benedito Domingos Mariano - Secretário de Segurança Urbana – SBC – Membro do Conselho Nacional de Segurança Pública. Gilson Meneses – Presidente do Conselho Nacional das Guardas Municipais - Comandante da Guarda Civil de Osasc;Padre Gunther – Pastoral Carcerária Nacional (CNBB); Carlos Augusto Souza Silva – Presidente do Sindicato dos Guardas Civis de São Paulo;Marcos Antônio da Silva – Diretor Nacional do Movimento Meninas e Meninos de rua e Coordenador Geral do Projeto Meninas e Meninos de ruas de São Bernardo do Campo, Diadema e Guarulhos; Dr. Rafael – Delegado Seccional de São Bernardo do Campo; Deputado Federal Vicentinho e Oséias Francisco da Silva – Subcomandante da Guarda Municipal de São Bernardo do Campo.
Oséias Francisco da Silva
Subcomandante da Gcm-Sbc/SP

quinta-feira, 11 de março de 2010

“MÉTODO GIRALDI” ®



“TIRO DEFENSIVO NA PRESERVAÇÃO DA VIDA”, “MÉTODO GIRALDI”,
E SUA “DOUTRINA PARA A ATUAÇÃO ARMADA DA POLÍCIA E DO POLICIAL
COM A FINALIDADE DE SERVIR E PROTEGER A SOCIEDADE E A SI PRÓPRIO” ®
APRESENTAÇÃO
Autor- Cel PMESP Nilson Giraldi
(Registrado e publicado – Direitos autorais reservados)

Publicado também na revista “A Força Policial” da PMESP


Com metodologia, patrocínio, e apoio do “Comitê Internacional da Cruz Vermelha”, através de Comissão Especial Oficial de especialistas da área por ele nomeada, este documento integrou, de forma transversal, os “Princípios da Carta da ONU para o Assunto”; as “Sete Normas Internacionais de Direitos Humanos Aplicáveis à Função Policial e Função Policial Armada”; as “Diretrizes Internacionais de Direito Internacional dos Direitos Humanos”; as “Convenções e Tratados Internacionais” dos quais o Brasil é signatário; tendo sido aprovado, sem qualquer ressalva, e integralmente, por estar, totalmente, e nos seus mínimos detalhes, de acordo com os seus conteúdos, determinações e normas.
            Orgulho para nós brasileiros; nenhum outro do mundo chegou a tanto.
Está, também, totalmente de acordo com as “Leis”, a “Realidade” e a “Política Policial” Brasileira. Com as dificuldades financeiras da maioria das Polícias Brasileiras.



         . Segurança Pública (super resumo)
Para dar segurança à população existe a segurança pública.
Mas, afinal, que é segurança pública?
Segurança pública é tudo aquilo que é feito para dar segurança ao cidadão.
E segurança pública não é só polícia como imaginam muitos. Segurança pública é uma corrente com mais de 60 elos, todos transversalizados e dependentes uns dos outros. A Polícia é apenas um desses elos. E “Nenhuma corrente é mais forte do que seu elo mais fraco”.
E segurança pública é obrigação da União, dos Estados, dos Municípios, da Sociedade e das Pessoas. E segurança pública não é política de governo, mas de Estado. E segurança pública não é questão policial penal; é questão social educacional, embora a polícia esteja nela inserida.
Para entender melhor que é segurança pública e polícia basta imaginar um time de futebol. Cada jogador representa um elo da segurança pública com suas responsabilidades e obrigações; todos transversalizados e dependentes uns dos outros. O “goleiro” é a polícia, a última barreira. O técnico é o Estado. A bola é o delinquente. Pode o “goleiro” (polícia) jogar sozinho?
E quais seriam os outros jogadores (elos) que constituem o time da segurança pública?
Muitos, entre os quais podemos citar:- “Justiça em todos os sentidos” (justiça traz paz; injustiça traz revolta e violência). “Combate às causas da violência e da criminalidade” (sem esse combate a polícia estará enxugando o chão com as torneiras abertas; ela não atua nas causas, mas nas consequências). “Leis Penais e Processuais” (sem leis à altura das necessidades da sociedade a polícia e a justiça não terão sustentação do seu trabalho). “Punidade” (a impunidade é o maior incentivo à violência e à criminalidade. No nosso país só 1% dos autores de homicídios, roubos e estupros cumpre pena). “Prevenção” (sua falta estimula o crime e a violência). “Álcool” (álcool e violência caminham de mãos dadas. 22% da população brasileira bebem álcool em excesso, isto é, são alcoólatras). “Sistema criminal” (tem que ser ágil, rápido, eficiente; o do País é velho, ultrapassado, anacrônico; não funciona). “Sistema Carcerário” (necessita ser moderno, eficiente. Infelizmente, no País, também é velho, ultrapassado, anacrônico; não funciona).  “Ressocialização do condenado” (a pena não é para punir o condenado, mas para ressocializá-lo, do contrário voltará a cometer crimes). “Número de vagas carcerárias necessárias” (sem isso os presídios serão meros depósitos de presidiários). “Investimento social e educacional” (sem esse investimento jamais haverá uma boa sociedade. Polícia não constroi uma boa sociedade; quem constroi uma boa sociedade são as famílias, investimentos sociais e educação). “Prefeituras” (levando água, luz, esgoto, galerias pluviais, calçadas, guias, asfalto, limpeza pública, iluminação pública, esporte, cultura, lazer, educação, também à periferia a fim de dar autoestima à população; não fornecendo alvará para locais geradores de violência, etc.). “Transformação de bairros problemáticos em Bairros Educadores” (onde todos os esforços públicos e privados são unificados para promover o capital humano dos moradores desses bairros). “Famílias e lares sólidos” (a família é a célula mater da sociedade. Sociedade doente é conseqüência de famílias doentes). “Investimento em segurança pública” (sem investimentos suficientes em todos os setores que constituem a segurança pública jamais haverá uma segurança pública eficiente). “Progressão da pena” (raramente o condenado cumpre mais de 1/6 da pena; sai, e volta à criminalidade). “Regime semiaberto” (a lei é falha para a sua concessão; 90% dos beneficiados não voltam para as prisões; permanecem nas ruas cometendo crimes). “Indulto” (por falha na lei também é concedido a muitos que não o merece; a quase totalidade já sai das prisões cometendo novos crimes). “Liberdade condicional” (por falhas nas leis também é concedida a quem não merece; o beneficiado, na quase totalidade das vezes, já sai cometendo novos crimes). “Reincidência” (a do Brasil é a mais alta do mundo). “Magistrados e promotores de justiça em número suficiente” (sua falta paralisa milhões de processos que ficam mofando nas prateleiras dos tribunais). “Inclusão da segurança pública na área de conhecimento e pesquisa” (tem que ser transdisciplinar; é essencial para o aperfeiçoamento da segurança pública). “Diagnósticos importantes” (sem esses diagnósticos jamais se terá uma boa segurança pública). E muitos outros “jogadores”. Todos relacionados à segurança pública, mas nenhum da responsabilidade da polícia (do goleiro).
Cada jogador que não cumpre suas obrigações sobrecarrega o goleiro (a polícia). O goleiro (a polícia) sozinho não vai a lugar algum. Mas esse goleiro (polícia) também precisa ser constantemente treinado e aperfeiçoado. O goleiro (a polícia) é conseqüência do seu treinamento correto.
         . Ambiente de trabalho da Polícia Brasileira
            Pelo fato de tratarem a segurança pública sempre da mesma forma, isto é, como questão policial penal, e não como questão social educacional, é que o Brasil acabou se transformando no país mais violento do mundo. “Fazer a mesma coisa esperando resultados diferentes é insanidade (Einstein).
O mundo tem uma media de 6 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas por ano. A média do Brasil é de 28.
Portanto, a Sociedade Brasileira convive com o quadro de maior violência do mundo, donde se conclui que a Polícia Brasileira trabalha dentro do quadro de maior violência do mundo; e ambas são vítimas dessa violência. 
A cada 14h um policial brasileiro é assassinado em serviço sem contar os que, também vítimas dos agressores, vão terminar seus dias numa cadeira de rodas ou amparados por um par de muletas. Isso não ocorre em nenhum outro país.
Policiais de países de primeiro mundo, que tomam contato com essa violência, afirmam que não teriam condições de atuar aqui, e que não sabem como o Policial Brasileiro consegue.
E, mantido o atual quadro, a tendência dessa violência, como um todo, é aumentar. E face ao descrédito nas soluções em torno de 60% da população querem que o policial “mate o bandido”; estímulo perigosíssimo para o policial que se deixa contaminar.
. Diretrizes básicas e fundamentação filosófica do “Método Giraldi”
            Face ao meio violento em que atua, o Policial Brasileiro tem que usar arma de fogo para servir e proteger a sociedade e a si próprio. E arma de fogo não é enfeite, é ferramenta de trabalho para ser usada, dentro da Lei, com a finalidade de preservar vidas inocentes, incluindo a do policial. Só que, às vezes, ao invés de auxiliar, atrapalha. Assim, pode-se dizer que:-
            As maiores crises de uma polícia ocorrem quando suas armas destinadas a servir e proteger a sociedade se voltam contra a sociedade.
            A maior desmoralização do Estado ocorre quando as armas dos seus agentes destinadas a servir e proteger a sociedade se voltam contra a sociedade.
            O maior desrespeito que se comete contra os Direitos Humanos ocorre quando a arma do policial ao invés de servir e proteger a sociedade se volta contra a sociedade.
            A maior causa da morte de policiais, em serviço, ocorre quando não sabe usar sua arma de forma correta para se proteger.
            A maior causa a perda da liberdade do policial, em serviço, ocorre quando não sabe usar sua arma de forma correta acabando por provocar vítimas inocentes, ou atingindo pessoas contra as quais não havia necessidade de disparos.
            Portanto, um só fato, que é o uso da arma de fogo de forma incorreta, por parte do policial, provocando cinco tragédias distintas:- “Crises na polícia”, “desmoralização do Estado”, “desrespeito aos Direitos Humanos”, “morte do policial” e “perda da liberdade do policial”.
            Que fazer para que essas tragédias não continuem ocorrendo?
Treinamento correto! Treinamento não é gasto, é investimento!  Uma polícia é conseqüência do seu treinamento; da qualidade dos seus professores. Professores imbecis geram policiais imbecis que gerarão uma polícia imbecil; professores respeitosos geram policiais respeitosos que gerarão uma polícia respeitosa. É aqui que está o segredo para a construção de uma boa polícia.
O policial, nas ruas, é o Estado materializado servindo e protegendo a Sociedade; investir nele é investir no Estado, na sociedade e na própria polícia.
É através do policial que está na “ponta da linha” que a sociedade julga a instituição policial a qual ele pertence, e não pelo que ela tem ou executa na retaguarda. É necessário valorizar e investir nesse policial.
. Características de um confronto armado
Num confronto armado a morte está sempre presente. Tudo é medo, movimento, pânico, gritos, desespero. Só quem já foi envolvido por um tem ideia do que seja.
O agressor, traiçoeiramente e covardemente, com a iniciativa, representado o mal e a injustiça; atuando totalmente fora da Lei. A vida, para ele, não vale nada; o disparo é sua primeira alternativa. Sua arma é sinônimo de morte.
O policial, em reação, representando o Estado, representado o “bem”; encarnando a Lei e a Justiça, e munido do “poder de polícia”, tendo que atuar totalmente dentro da Lei. A vida para ele é prioridade; o disparo sua última alternativa com a finalidade de preservar vidas inocentes, incluindo a sua. Sua arma é sinônimo de vida.
Nessas ocasiões o policial tem (se é que tem) décimos de segundos para decidir se efetua o disparo; a Justiça, posteriormente, terá vários anos para concluir se o disparo foi necessário e correto.
Para entender essa situação basta comparar um jogo de futebol entre o time dos agressores e dos policiais, onde o time dos agressores pode tudo; não tem regulamentos nem regras para seguir; o time dos policiais tem que atuar obedecendo a regulamentos e regras.  E tem de ganhar o jogo! E se ganhar de 10 a 1 é derrota! (matou 10 agressores, mas morreu uma pessoa que não deveria sê-lo).  Zero a zero é vitória!
. Que sente o policial durante um confronto armado
Durante um confronto armado o policial sofre profundas alterações físicas e psíquicas que vão do medo ao pânico. O instinto de preservação da vida, existente em todos os animais, também se manifesta, de forma intensa, no policial, nessas ocasiões.
A adrenalina é jogada em tal quantidade no seu sangue que poderá provocar uma síncope. A pressão arterial dobra; os batimentos cardíacos triplicam.
A emoção e a reação são tão intensas que, normalmente, antecedem o raciocínio. A capacidade de raciocínio fica drasticamente reduzida.
Há um ponto no sistema nervoso central que bloqueia várias atividades do cérebro podendo provocar, entre outras coisas, aquilo que se chama de “visão de túnel” (o policial olha e não vê); o som chega e não ouve; travamento físico do corpo, total ou parcial; travamento mental, total ou parcial. As pernas tremem e ficam fracas; a pupila dilata; o estômago encolhe; o rosto adquire palidez cadavérica; suor frio; e outras conseqüências terríveis; podendo advir, daí, caso não tenha sido condicionado para o momento, provocar tragédias irreparáveis contra si e contra terceiros.
. Como preparar o policial para um confronto armado
Tendo uma idéia do que seja um confronto armado; como atua o agressor num confronto armado; e o que sente o policial durante um confronto armado; vem uma pergunta simples, lógica e direta:- “Como preparar o policial para esse instante?”
Importando a instrução de tiro das Forças Armadas, como sempre se fez? Não! Sua finalidade é destruir o inimigo; se possível, no momento em que ele menos espera, e isso está normal para elas, mas não para a polícia; polícia não tem inimigos.
Importando a instrução dos clubes de tiro? Não! Clubes de tiro praticam o tiro esportivo de competição. Possuem regras e alvos especiais para competições esportivas. Nada têm a ver com polícia.
Treinamento virtual? Não! É ilusório! Falso! O policial não tem como interagir com as cenas projetadas; ele está num mundo em três dimensões e as cenas em duas dimensões, projetadas numa tela plana à sua frente. Ele atua parado, apenas olhando a cena; quem se mexe é a câmara que a filmou; se progredir bate com a cara na tela. Alem disso o policial tem que treinar com o mesmo armamento, munição, equipamentos, com os quais trabalha ou irá trabalhar.
“Paint ball”? Não! Tambem usa equipamentos, armamentos e munições totalmente diferentes dos usados pelos policiais. É pura diversão.
As neurociências afirmam que treinar de uma forma e atuar de outra é tragédia na certa.
Qual seria a solução?
De acordo com especialistas internacionais a solução está no “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”, que eles, e a PMESP, batizaram de “Método Giraldi”, em homenagem ao seu autor (Cel PMESP Nilson Giraldi). Esses especialistas consideram-no como o melhor existente no mundo para polícias.
“Tiro Defensivo na Preservação da Vida”. Qual a prioridade de vida?
Do policial, pois, ninguém dá o que não tem. Se uma pessoa não tem dinheiro não pode dar dinheiro; se não tem educação não pode dar educação; se não tem vida não pode dar vida.
A prioridade de vida seguinte é das pessoas inocentes; também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressoras).
. Doutrina
O “Método Giraldi” não é uma simples instrução de tiro, mas uma “Doutrina da Atuação Armada da Polícia, e do Policial, com a Finalidade de Servir e Proteger a Sociedade, e a si Próprio”, onde tudo aquilo que for possível solucionar sem uso da força, sem tiros, sem “bombas”, sem “invasões”, sem colocar em risco a vida e a integridade física das pessoas inocentes, assim o será. Mas se o disparo, como última alternativa, dentro dos limites da lei, tiver que ser efetuado, para preservar vidas inocentes, incluindo a do policial, assim também o será.
. Pilares básicos
Os pilares básicos do “Método Giraldi” são:- Violência, nunca! Tortura, jamais! Força, a necessária! Total respeito às Leis e aos Direitos Humanos. Para o agressor, a Lei!
Obs.:- Violência não acaba com violência; só faz aumentar.
         . Finalidades do “Método Giraldi”
Ensinar o policial a voltar íntegro ao seio da sua família após uma jornada de trabalho; e não para o necrotério, para uma cadeira de rodas ou para a prisão. Usar sua arma de fogo para servir e proteger a sociedade e a si próprio. Ensinar o policial a preservar a sua vida e a sua liberdade. Ensinar o policial a não provocar tragédias.
            Que sua arma de fogo só pode ser disparada em situações em que se torne necessário e indispensável; uma medida extrema; o último recurso.  Que isso só poderá ser feito quando for estritamente inevitável, e para proteger vidas inocentes, incluindo a sua.

. Praticidade, baixo custo, fácil aprendizado
            O “Método Giraldi” é extremamente simples, prático, barato, objetivo, lógico, de fácil aprendizado; ao gosto e respeito dos policiais. Pode ser feito em qualquer parte da mesma forma. Não exige local nem materiais sofisticados para a sua realização. Realista, sem demagogia; não deixa margem para qualquer tipo de acusação. Está à altura das necessidades da polícia, e do policial para servir e proteger a sociedade e a si próprio.
Apresenta extraordinária economia de munição, alvos e outros materiais, pois em torno de 90% dos exercícios são procedimentos; 10% disparos; existindo fases em que nenhum disparo é efetuado, apenas procedimentos, isto porque, na quase totalidade das vezes “procedimentos”, e não tiros, é que preservam vidas, a começar pela vida do policial, e solucionam problemas. Quando da instrução sob forma de “teatro”, que é o melhor, mais moderno e avançado sistema de instrução com arma de fogo para o policial, não há consumo de munição, alvos e outros materiais.
. O policial deve treinar para matar ou para não matar?
Nem uma coisa nem outra. O policial deve treinar para fazer cessar ação de morte do agressor contra a sua vítima.
Acertar braços e pernas? Demagogia! Utopia! Próprio de quem não tem a mínima ideia do que seja um confronto armado. Durante um confronto armado não há como escolher pontos de acerto no agressor; dispara-se na direção da sua silhueta. E o policial não dispara porque quer; é o agressor que, com sua atitude de morte contra a sua vítima, o obriga a fazê-lo. E esse disparo não tem como finalidade matá-lo, mas, conforme retro consta fazer cessar sua ação de morte contra a sua vítima. Sua morte poderá até ocorrer, mas essa não é a finalidade do disparo do policial.
. Quando o disparo do policial está dentro da legalidade?
Quando preenche os requisitos da “necessidade”, “oportunidade”, “proporcionalidade” e “qualidade”. Disparos efetuados dentro dessas circunstâncias jamais levarão seus autores a serem condenados por eles nos tribunais.
. Mudança de cultura
O “Método Giraldi” visa uma mudança de cultura na atuação armada das polícias e dos policiais com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprios:-
De uma cultura de polícia violenta; para uma cultura de polícia forte, mas não arbitrária.
De uma cultura do uso da arma de fogo para segurança do Estado; para uma cultura do uso da arma de fogo para segurança do cidadão.
De uma cultura de polícia absolutista; para uma cultura de polícia como empresa de prestação de serviços onde seus clientes são os integrantes da sociedade os quais tem que ser tratados com respeito e educação. Para o agressor a lei.
De uma cultura de teorias e mais teorias em salas de aula; para uma cultura de treinamento prático semelhante aquilo que o policial encontrará nas ruas.
De uma cultura de morte importada da instrução de tiro das Forças Armadas; para uma cultura de preservação da vida, a começar pelado policial. Para o agressor, a Lei!
De uma cultura onde tudo era resolvido com “invasão”, tiros, bombas, com risco de morte de pessoas inocentes e do policial; para uma cultura de “negociação” preservando a vida de inocentes, do policial, e a prisão do agressor.
De uma cultura de disparar contra pessoas em atitude suspeita; para uma cultura de “verbalização”.
De uma cultura onde “sacou tem que atirar”; para uma cultura do disparo como última alternativa para preservar a vida de pessoas inocentes, incluindo a do policial.
De uma cultura de disparos a esmo provocando “balas perdidas” e vítimas inocentes; para uma cultura do disparo com segurança sem provocar “balas perdidas” e vítimas inocentes.
De uma cultura de “precipitação”, “valentia perigosa” e “amadorismo”; para uma cultura de paciência, inteligência, sabedoria e profissionalismo.
De uma cultura de constante desrespeito aos Direitos Humanos; para uma cultura de total respeito aos Direitos Humanos.
De uma cultura do uso da violência; para uma cultura do uso da força necessária.
De uma cultura onde o policial detestava instrução de tiro; para uma cultura onde é a matéria mais querida.
De uma cultura da truculência dos instrutores de tiro contra seus alunos gerando imbecis que, por sua vez geravam uma polícia imbecil; para uma cultura de respeito à dignidade dos seus alunos, gerando pessoas respeitosas que, por sua vez, gerarão uma polícia respeitosa.
Infelizmente essas culturas ultrapassadas ainda são comuns em quase todas as polícias do mundo.
         . Transversalidade
            Por iniciativa, apoio e patrocínio do CICV o “Método Giraldi”, através de equipe por ele nomeada, foi transversalizado, oficialmente, com os “Princípios da Carta a ONU para o assunto”; com a “Declaração Universal dos Direitos Humanos” (“DUDH”); com a “Convenção Americana Sobre Direitos Humanos” (“CADH”); com o “Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos” (“PIDCP”); com a “Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas crueis, desumanos ou degradantes” (“CCT”); com o “Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei” (“CCEAL”); com os “Princípios Básicos sobre a Utilização da Força e de Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei” (“PBUFAF”); pelo “Conjunto de Princípios para a Proteção de Todas as Pessoas Sujeitas a Qualquer Forma de Detenção ou Prisão” (“Conjunto de Princípios”); e com todos os tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário.
            Nenhum outro método sobre o uso da força e da arma de fogo para polícias mereceu tamanha consideração até hoje.           
. Obediência
O “Método Giraldi” obedece, fielmente, os princípios da Carta da ONU para o assunto; do Comitê Internacional da Cruz Vermelha; dos Direitos Humanos (integrantes seus o estão divulgando, recomendando e ensinando internacionalmente); da Polícia Comunitária Internacional; das Leis, da Realidade e da Política Policial Brasileira; do respeito à dignidade das pessoas; das dificuldades financeiras da quase totalidade das polícias brasileiras; etc.
. Neurociências e Principais fundamentos do “Método Giraldi”
Todo o “Método Giraldi” está baseado nas neurociências. Tem como principais fundamentos os reflexos condicionados positivos, a serem obtidos pelo policial em treinamentos imitativos da realidade, com eliminação dos negativos, antes de se ver envolvido pelo fato verdadeiro.
E esse condicionamento se dará ensinando o policial a atuar, simuladamente, diante de todos os possíveis problemas, com necessidade do uso de arma de fogo (com ou sem disparos), que possa encontrar na vida real.
Leva em consideração que “não basta o policial saber o que tem que fazer; tem que estar condicionado a fazer”. “Não basta saber atirar; tem que saber quando atirar e saber executar procedimentos, isto porque, na quase totalidade das vezes procedimentos, e não tiros, é que preservam vidas e solucionam problemas”.
O policial não avançará na instrução enquanto não ficar condicionado a executar o exercício anterior de forma correta e sem dificuldades. Repetirá o exercício quantas vezes forem necessárias até atingir esse objetivo. O “Método Giraldi” trabalha em cima do erro do aluno. O erro não pode ficar na sua cabeça; só o acerto.
No “Método Giraldi” o aluno aprende ou... aprende.
. Qualidades exigidas do professor do “Método Giraldi”
O professor do “Método Giraldi” tem que ser modelo, exemplo e referência para seus alunos. As pessoas tendem a agir da mesma forma como são tratadas. Trate mal o policial que ele tratará mal a sociedade; trate bem o policial que ele tratará bem a sociedade.
Possuir amplo conhecimento e gostar da matéria. Saber ensiná-la. Capacidade para fazer o aluno aprender e gostar da matéria. Possuir grande experiência na atividade fim.
Para ensinar tem que ter paciência, insistência, persistência, respeito pelo aluno. Elogiar constantemente o aluno. O elogio provoca autoestima e autoconfiança, gosto pela matéria. Sem isso é impossível ensinar.
O professor do “Método Giraldi” é, antes de tudo, um educador. Tem a missão mais nobre de um ser humano na face da Terra que é ensinar seu semelhante a preservar a sua vida e a sua liberdade. Na vida há alguma coisa mais importante que a vida? Depois da vida a liberdade?
O treinamento tem que ser sério, mas humano. Ensino e relacionamento humano se completam.
Proibido todo e qualquer tipo de castigo físico e/ou psicológico, inclusive as tão famigeradas “flexões de braços”. Flexões de braços são para aulas de Educação Física.
            Falar com tom de voz moderado; calmo, claro; amigo. Ser alegre; humilde. Ter sempre uma mão amiga estendida para o aluno. Usar sempre palavras positivas, jamais negativas. Incentivar o aluno usando expressões como:- “---- Você vai conseguir; é só treinar; eu tambem não sabia”. Simplificar, ao máximo a instrução. “A simplicidade é a rainha da perfeição”.
. Quem pode atuar como professor do “Método Giraldi”
Só poderão atuar como “Professores do “Método Giraldi” policiais que fizeram (ou vierem a fazer) o curso diretamente com seu autor, ou com professores por ele preparados desde que sejam cursos oficiais onde tenha sido aplicado seu “Currículo Universal”. Os cursos não podem ter fins financeiros, com exceção dos recebimentos das aulas ministradas, previstos em normas próprias de cada instituição policial.
Quando o autor do “Método” participar, de alguma forma, da formação de professores para uma instituição policial, automaticamente, estará, também, autorizando essa instituição a usar o “Método”. Se, para uma maior garantia houver necessidade de autorização, por escrito, do autor, registrada em cartório, a mesma será fornecida, gratuitamente.
Isso está tudo registrado.
         . Exigências ao aluno 
            Ao aluno é exigido que tenha vontade de aprender a preservar a sua vida e a sua liberdade. A usar a sua arma de fogo de forma correta para servir e proteger a sociedade e a si próprio. Encarar a instrução com seriedade, e colaborar para o seu desenvolvimento. Estar sempre atento aos princípios de segurança. O aluno que assim não concordar deverá ser dispensado e deixar o local da instrução; o professor não pode perder tempo com esse tipo de aluno.
. O “Método Giraldi” não trata com policiais
O “Método Giraldi” não trata com policiais, mas com “homens policiais”; com “mulheres policiais”; com o “ser humano policial”, onde “homem ou mulher” são substantivos e “policial” é adjetivo.
Ser humano que chora, ri, sofre, tem dificuldades. Ama e é amado. É pai (mãe), filho (a), esposo (a), amigo (a). Tem família! Tem limitações! Tem dignidade! Não é uma máquina insensível como imaginam muitos. Não é alguém que vem do nada e volta para o nada como também muitos imaginam. Comete falhas como todos cometem. “Na vida só não falhou quem nunca viveu”. “VIDA = RISCO”.
. O erro é professor do acerto
Para o “Método Giraldi” o erro é professor do acerto. Tudo que o policial faz de errado no treinamento ele faria na vida real, mas, uma vez corrigido isso não mais ocorrerá. Assim, o policial erra no treinamento para não errar na vida real. “Morre” no treinamento para não morrer na vida real. “Mata inocentes” no treinamento para não matá-los na vida real. “Perde a liberdade” no treinamento para não perdê-la na vida real.
. Alguns capítulos especiais
Entre outros, o “Método Giraldi” possui os seguintes capítulos especiais:-
“Currículos universais para formar professores e usuários de qualquer instituição policial; também para civis especiais”. “Doutrina para atuação armada da polícia e do policial com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio”. “Locais para instrução sem disparos reais”. “Treinamento sob forma de teatro”. “Evitando tragédias”. “Ocorrências com reféns, negociação, gerenciamento de crises”. “Acompanhamento de veículos suspeitos; cerco e abordagem”. “Abordagens gerais”. “Gradação do uso da força e da arma de fogo”. “Treinamento em pleno serviço”. “Investimento e valorização do policial”. “Os direitos humanos”. “Os direitos humanos do policial”. “Aproximação polícia povo”, E muitos outros.

. Algumas características do “Método Giraldi”
Tudo aquilo que for possível solucionar sem uso da força, sem “entradas”, sem tiros, sem bombas, por mais tempo que demore, assim o será. Mas, conforme já foi dito, se o disparo, como última alternativa, tiver que ser efetuado, com a finalidade de preservar vidas inocentes, incluindo a do policial, também assim o será.
Profissional, realista, sem demagogia.
Ensinar o policial a usar sempre a razão; não se deixar levar pela emoção.
Ensinar o policial a não se “precipitar”; a precipitação pode matar pessoas inocentes incluindo o policial; tirar a liberdade do policial.
Não praticar a “valentia perigosa”; é loteria; poderá transformar o policial num heroi, ou num defunto, ou num presidiário. E tudo que é loteria, quando está em jogo a vida humana, não deve ser tentado.
Que tem limites. A ultrapassagem desses limites pode custar a vida ou a liberdade do policial.
Não querer pegar o agressor de qualquer jeito colocando sua vida e a vida de pessoas inocentes em risco. Pedir apoio.
Não fazer da prisão do agressor uma questão pessoal ultrapassando seus limites de segurança colocando sua vida e a vida de pessoas inocentes em risco. Pedir apoio.
Não apontar a arma para pessoas inocentes; respeitar a dignidade das pessoas. Usar as posições de arma corretas nos momentos corretos (“sul”, “alerta” e de “tiro”).
Que arma de fogo sem procedimentos não vale nada. A segurança com a arma de fogo precede tudo.
Não disparar em agressor que estiver no meio do povo. Não disparar se houver pessoas inocentes na mesma linha de tiro. Manter-se abrigado; pedir apoio.
Não disparar se o projétil tiver chances de se tornar uma “bala perdida”.
Não disparar em agressor que estiver usando sua vítima como escudo, inclusive no interior de veículos. Conter e isolar a ocorrência; dar início às negociações; pedir apoio.
Não disparar em veículos em fuga, incluindo motos; podem existir pessoas inocentes no seu interior, inclusive no porta malas. Pedir apoio. Fazer o acompanhamento.
Não disparar em veículo que romper bloqueio, incluindo motos; podem existir pessoas inocentes no seu interior, inclusive no porta malas. Pedir apoio. Fazer o acompanhamento.
“Verbalizar” sempre que for necessário. A primeira frase de uma verbalização é:- “---- Aqui é a polícia!” Depois, com voz educada, calma, bem pronunciada, audível, dizer o que deseja.
“Negociar” no caso de “reféns tomados” ou ocorrências semelhantes. Nessas ocasiões a vida e a integridade física da (s) vítima (s) precede (m) tudo; depois a prisão do agressor. Pedir apoio.
Valorizar os procedimentos. Atuar sempre protegido; não se expor. Na quase totalidade das vezes procedimentos, e não tiros, é que preservam vidas e solucionam problemas. Atuar sempre com “cobertura” de companheiros.
Não analisar as pessoas pela “cara”, mas pelas intenções. É nas mãos que está o perigo.
Como se relacionar e se aproximar da sociedade.
Que as armas infalíveis para o policial conquistar o respeito, a simpatia, e a colaboração da sociedade são a “educação”, o “sorriso”, a “humildade”, e o “profissionalismo”. Para o agressor, a lei!
. Currículo universal
O “Método Giraldi” possui “Currículo Universal” abrangendo todas as instituições policiais (federais, estaduais ou municipais), quer sejam uniformizadas ou civis. Abrange tambem civis especiais (magistrados, promotores de justiça, ouvidores, defensores públicos, políticos, jornalistas, integrantes da Receita Federal, organizações de Direitos Humanos, de estudo da violência, etc.). Esse currículo serve para todas as armas, independente da sua marca, modelo, calibre e munição.
. Desenvolvimento sumário do “Método Giraldi”
Primeira Etapa:- “Curso Básico” onde o aluno, entre outras coisas, aprende a atirar em todas as posições, situações, dificuldades e distâncias.
O alvo utilizado é o “PM–L–74”, de papelão, retangular, com uma zona central cinza e quatro zonas periféricas brancas. As zonas de acerto não têm pontuação pré definidas; serão estabelecidas e valorizadas de acordo com os objetivos da instrução.
Segunda Etapa:- “Pistas Policiais de Instrução” (PPI), simulações da realidade, com alvos de papelão, móveis, devidamente caracterizados como seres humanos (“amigos”, “neutros” e “agressores”) onde o aluno, orientado pelo professor, aprende a usar seu armamento e atuar (individualmente e em equipe) em todos os tipos de confrontos armados, com necessidade ou não de disparos. Comum a todos os policiais.
A instrução desenvolve-se em pistas de instrução, montadas ou naturais, representando todos os tipos de ocorrências possíveis de serem encontradas pelo policial na vida real. As pistas tem sonorização (barulho de tiros, bombas, sirene, gritos, etc.). Tempo de execução igual a uma ação real.
Posteriormente os alvos de papelão são substituídos por seres humanos verdadeiros e, com uso de simulacros de armas de fogo pintados de amarelo ou azul, a instrução é feita sob a forma de “teatro”, tendo os policiais como “atores”, quando todos os desdobramentos possíveis da ocorrência são treinados (com alvos de papelão, mesmo móveis, isso não é possível).
Terceira Etapa:- “Pistas Policiais Especiais” (PPE), simulações especiais da realidade, também com alvos “amigos”, “neutros” e “agressores”, móveis, devidamente caracterizados como seres humanos, obedecendo aos mesmos princípios da “PPI”.
Destinadas a preparar policiais para execução de serviços especiais, ou em locais especiais, como:- ações táticas; ações táticas especiais; choque; operações especiais (exemplo:- reintegração de posse de áreas e locais invadidos, etc.); policiamento rodoviário; policiamento ambiental; policiamento montado; policiamento com motos e bicicletas; rádio patrulhamento aéreo; escoltas; guarda de presídios; atuação em favelas, morros, palafitas, estações (metrô, rodoviária, ferroviária); divertimentos públicos, segurança de dignatários; serviço velado; serviço reservado; etc.
Quarta Etapa:- “Pistas Policiais de Aplicação” (PPA), também simulações da realidade, com os mesmos tipos de alvos da “PPI” e “PPE”, onde o aluno (individualmente e em equipe), sem conhecimento prévio do que irá encontrar pela frente; com o fator surpresa sempre presente, como ocorre na vida real e, sem qualquer orientação do professor, aplica todos os conhecimentos anteriormente adquiridos. Tempo de execução idêntico ao de uma ação real.
Quinta Etapa:- “Manutenção do armamento, munição e equipamentos”. Nesta etapa, que não precisa ser feita nesta ordem (pode ser antes), o policial aprende a fazer a manutenção e a conservação do armamento, munição, equipamentos, e demais materiais sob sua responsabilidade, com a finalidade de poder usá-los, com segurança, em caso de necessidade.
            Sexta Etapa:- “Investimento e Valorização do Policial”. Trata de tudo aquilo que, fora da instrução prática de tiro, possa se relacionar ou influir na atuação armada do policial em defesa própria e da Sociedade. Ensina o policial a estar de bem com a vida; ter amor pela vida; ter paz.
            Outras etapas:- Todas fundamentais para o policial servir e proteger a sociedade e a si próprio.
         . Treinamento virtual e com “paint ball”
            Não servem como treinamento para o policial.
Treinamento virtual, conforme já foi retro explicado, é ilusório, falso. O policial não tem como interagir com as cenas projetadas; ele está num mundo em três dimensões e as cenas em duas dimensões projetadas numa tela plana à sua frente. Ele atua parado, apenas olhando a cena; quem se mexe é a câmara que a filmou; se fizer uma progressão bate com a cara na tela. Num treinamento verdadeiro o policial tem que estar atento a tudo que se passa num ângulo de 360 graus à sua volta como ocorre na vida real, tendo que se movimentar em equipe; progredir; regredir; verbalizar; negociar; fazer tomadas de ângulo; olhadas rápidas através de janelas, portas, cantos de muro; usar obstáculos naturais para se proteger; subir e descer escadas; ter sempre sua retaguarda e laterais “cobertas” pelos companheiros; e inúmeras outras situações. Instruções que exijam movimentação individual, ou em equipe, dos executantes, como natação, futebol, ciclismo, corridas, bombeiros, atuação armada do policial, etc., não tem como ser treinadas virtualmente. Alem disso o treinamento virtual usa armamentos, munições, e equipamentos totalmente diferentes dos usados pelos policiais.  
“Paint ball”? Não! Tambem usa equipamentos, armamentos e munições totalmente diferentes dos usados pelos policiais. É pura diversão.
As neurociências afirmam que treinar de uma forma e atuar de outra é tragédia na certa.
O policial tem que treinar com o mesmo armamento, munição, equipamentos e circunstâncias com os quais trabalha ou irá trabalhar, conforme prevê o “Método Giraldi”. Treinar de uma forma e atuar de outra é tragédia na certa. Há extensos estudos científicos, baseados nas neurociências, que comprovam esse fato.
         . Como saber se o policial está em condições de atuar armado em defesa da sociedade e própria.
A única forma de saber se o policial está em condições de atuar armado em defesa da sociedade e própria é avaliando a sua atuação nas “Pistas Policiais de Aplicação” (PPA).
            Nessas pistas, imitativas da realidade, sem saber o que irá encontrar pela frente, sempre surpresa, como ocorre na vida real, o policial aplica todos os conhecimentos anteriormente adquiridos.
            Caso cometa algum erro será imediatamente interrompido, pelo professor, e ensinado no procedimento que errou, antes de avançar na execução da pista. 
O erro cometido pelo policial, nessa avaliação, seria cometido na vida real, mas, uma vez corrigido e aprendido a executá-lo de forma correta e sem dificuldades, isso não mais ocorrerá.
. Súmulas de avaliação
Durante o desenvolvimento dos cursos, com qualquer arma, para formar “usuários” ou “professores”, o aluno é constantemente avaliado no seu comportamento e aprendizado. Essas avaliações são registradas em súmulas específicas, as quais, posteriormente, serão anexadas aos seus assentamentos.
. Uniforme, armamento, munição equipamentos para o treinamento
O treinamento é feito com o policial usando o mesmo uniforme, armamento, munição, equipamentos, e circunstâncias idênticas às que poderá encontrar na vida real. Treina da mesma forma como trabalha ou irá trabalhar. Treinar de um jeito e atuar de outro é tragédia na certa.
Esses são, conforme já foi retro esclarecido, alguns dos motivos pelos quais o “treinamento virtual”; também com “paint ball”; etc., não serve para preparar o policial com a finalidade de usar sua arma de fogo para servir e proteger a sociedade e a si próprio.
Obrigatoriamente alunos, professores, auxiliares, e possíveis assistentes estarão com colete balístico, plaqueta de identificação, protetor ocular e auricular. Sem isso a instrução não poderá ser desenvolvida.
.  Características dos locais de treinamento
            O local onde o “Método Giraldi” é treinado, por mais simples que seja, chama-se “Centro de Treinamento na Preservação da Vida”. 
Por que não estande de tiro? Porque estande de tiro é o local onde as Forças Armadas treinam para matar o inimigo; a hora que ele menos espera. Polícia não tem inimigo. Tambem é o local onde se pratica o tiro esportivo de competição; nada tem a ver com polícia.
O “Método Giraldi” não exige locais de treinamento sofisticados; para a sua aplicação basta um simples barranco para contenção de projéteis. Qualquer local que ofereça segurança, principalmente na absorção de projéteis, serve para a instrução do “Método”.
              Locais externos, com árvores, arbustos, obstáculos, veículos, elevações e depressões do terreno, buracos, barrancos, muros, construções, vielas,  etc., poderão ser aproveitados como pistas da forma como se encontram ou com pequenas adaptações para desenvolvimento do treinamento sob forma de “teatro Para atuar nesses locais aluno e professor não usarão qualquer tipo de munição (nem no corpo); usarão simulacros de armas de fogo pintados de azul ou amarelo.
. Instrução sob forma de “teatro”
Na instrução sob forma de “teatro” os alvos de papelão serão substituídos por seres humanos verdadeiros. Será feita no interior das pistas, e fora das pistas. Com ou sem uso de viaturas. Aproveitando o que já existe no terreno, ou se fazendo pequenas adaptações. A montagem da “peça”, por parte do professor, deverá estar de acordo com as finalidades e objetivos do “Método Giraldi”.
A instrução sob forma de “teatro” é a mais perfeita forma de treinar o policial para usar sua arma de fogo com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio. Não gasta munição, alvos, ou outros materiais. Poderá ser executada em qualquer lugar, até no interior de salas. Os “atores” são os próprios policiais, travestidos de agressores, neutros, e, naturalmente, policiais.
Durante a instrução sob forma de “teatro”, dentro e fora das pistas, serão usados simulacros de armas de fogo (plástico, madeira, isopor, etc.) pintados de amarelo ou azul. Não existindo, o revólver será usado sem o tambor; a pistola sem o ferrolho e cano; metralhadora portátil, idem; armas longas, idem; ou o dedo indicador estendido como se arma fosse.
Durante a instrução sob forma de “teatro”, em hipótese alguma será usada qualquer tipo de munição (real, festim, “paint ball”, cera, borracha, etc). Caso exista necessidade de disparos estes serão simulados com a boca:- “Pum!”, “pum!”; ou por outro meio.
         . Treinamento em pleno serviço
            A última etapa do “Método Giraldi” é o “Treinamento em Pleno Serviço”. Considerada por especialistas internacionais como uma verdadeira “obra prima” com a finalidade de avaliar, aperfeiçoar e consolidar a capacidade do policial para servir e proteger a sociedade e a si próprio.
            Não gasta materiais nem munição. Não prejudica a folga do policial nem o serviço.
            Consiste em preparar ocorrências policiais simuladas, com necessidade do uso da arma de fogo (com ou sem disparos), no interior ou pátio de qualquer OPM (ou outro local), e convocação de guarnições que estão de serviço, nas ruas, para solucioná-las, como se reais fossem. Sempre surpresa para as guarnições, embora estejam a par desse tipo de treinamento. Realizada sob forma de “teatro”.
            Exemplo de uma ocorrência simulada:- Quando a guarnição chega ao local é recebida pelo professor que montou o “teatro”. Este recolhe o armamento e munição da guarnição. Entrega-lhe simulacros de armas de fogo pintados de amarelo ou azul. Não existindo entrega revólver sem tambor; pistola sem o ferrolho e o cano (só a armação).
            Em seguida, como se fosse um informante comum, diz, por exemplo, ao comandante da guarnição:- “---- Vi pessoas armadas, a pé, entrarem naquele local”. No local apontado já se encontram “atores” representando agressores e outras pessoas.
            Dali para frente é com a guarnição que não sabe o que irá encontrar.
            O professor acompanha de perto a atuação da guarnição anotando, na súmula, todos os seus erros e acertos. Ao final reúne a guarnição comentando sua atuação, e permitindo que ela tambem o faça. Após ensinar a guarnição de como executar corretamente os erros cometidos (se ocorreram), determina que a mesma repita essa fase, quantas vezes forem necessárias, até que as execute de forma correta e sem dificuldades. Todos os erros cometidos pela guarnição, nessa ocorrência simulada, seriam tambem cometidos caso fosse verdadeira; mas, uma vez corrigidos, caso a encontrem na vida real, isso não mais ocorrerá.
            Não mais havendo qualquer dúvida finaliza devolvendo as armas e a munição da guarnição levando-a, em seguida, para tomar um cafezinho, lanche e água, após o que a guarnição regressará ao seu serviço normal.
            O “treinamento em pleno serviço” será executado em dias e horários com poucas ocorrências policiais verdadeiras; inclusive aos sábados, domingos, feriados, à noite, etc.
            Excepcionalmente o “Treinamento em Pleno Serviço” poderá ser feito com disparos reais, desde que a OPM possua um “Centro de Treinamento na Preservação da Vida” em condições; alvos todos de papelão, representando seres humanos; e em “Pistas Policiais de Aplicação” (PPA) conforme foi retro explicado; neste caso jamais sob forma de “teatro”.
. Investimento e valorização do policial
O “Método Giraldi” também se preocupa com a parte humana e particular do policial existindo, nele capítulo especial denominado “Investimento e Valorização do Policial” onde trata de tudo aquilo que, fora da instrução prática do uso da força e da arma de fogo, possa se relacionar ou influir na sua atuação armada em defesa própria e da sociedade, cujo objetivo principal é fazê-lo ter amor pela vida; estar de bem com a vida; ter paz. Entre outras coisas lhe é ensinado:- Como se relacionar com a esposa, filhos, pais, amigos, com os membros da sociedade. Que fazer para ter uma família bem estruturada e harmoniosa. Como amar e ser amado. Como educar os filhos. Convivência pacífica com seus semelhantes. Como ter, ou manter, saúde física e mental. Alimentação. Exercícios físicos. Exercícios de relaxamento. Como administrar o estresse. A química do corpo conduzindo as emoções do ser humano. A importância da dignidade (maior bem não material do ser humano); dos ideais; da autoestima; da autoconfiança; da humildade (maior virtude do ser humano; sem ela todas as outras virtudes desaparecem). Que fazer com as coisas que não concorda. Como mudar comportamentos. Educação sexual. E tudo aquilo que é necessário para estar de bem com a vida, ter amor pela vida, estar em paz. De nada adianta o policial ter uma boa instrução para usar sua arma de fogo para servir e proteger a sociedade, e a si próprio, se não estiver de bem com a vida.  
. Resultados quando aplicado na vida real
Estatísticas comprovam que, quando aplicado na vida real, o “Método Giraldi” reduz em mais de 95% a morte de policiais em serviço (os outros quase 5% são as fatalidades quase impossíveis de serem evitadas). Reduz em 100% a morte de pessoas inocentes provocadas por policiais em serviço; também daquelas contra as quais não há necessidade de disparos (agressores). Reduz em 100% a perda da liberdade do policial em virtude do uso incorreto da sua arma de fogo.
Por exemplo:- Antes da aplicação do “Método” de cada dez ocorrências policiais com “refém tomado”; ou “seqüestro relâmpago”; ou qualquer situação em que o agressor usa sua vítima como “escudo” ou “salvo conduto”, em nove, quando da ação da polícia, a vítima morria ou era atingida em sua integridade física
Com a aplicação do “Método” esse índice é reduzido a “zero”:- Vítima ilesa; agressor preso; polícia aplaudida, policial regressando íntegro ao seio da sua família.
        Quem aprende e aplica corretamente o “Método Giraldi”, e sua “Doutrina para a Atuação Armada da Polícia, e do Policial, com a Finalidade de Servir e Proteger a Sociedade, e a si Próprio”, não comete erros, ou provoca tragédias.
. Aprovação
       O “Método Giraldi” tem aprovação, unânime, de todos os policiais brasileiros e estrangeiros, magistrados, promotores de justiça, integrantes das Forças Armadas, políticos, jornalistas, e outros, que fazem seu curso.
Escolhido para ser ministrado nos “Seminários Latinos de Direitos Humanos” patrocinados pelo “Comitê Internacional da Cruz Vermelha”, destinados a policiais professores de toda a América Latina. Também nos cursos de Direitos Humanos. Único a merecer tal consideração, distinção e reconhecimento.
Atualmente, cursos de “Direitos Humanos” que não ministrem o “Método Giraldi” são considerados incompletos. Chegaram à conclusão que só a teoria, de salas de aula, sobre “Direitos Humanos”, sem o “Método Giraldi”, não é suficiente. Inclusive a imprensa e TV têm destacado esse fato.
Patrocinado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), o “Método” foi ministrado para representantes de todas as Polícias Brasileiras (Federal, Rodoviária Federal, Civis e Militares), com a finalidade de formar professores. Dez cursos; 330 alunos.
No processo de avaliação desses cursos, por parte dos alunos, o resultado, sem exceção, tem sido sempre “superior com louvor” (nota máxima). Tudo devidamente registrado.
Centenas de reportagens (jornais, revistas, TV, etc) já foram feitas elogiando o “Método”.
O “Método Giraldi” e seu autor já receberam dezenas de homenagens, inclusive do exterior.
         . Como aprender o “Método Giraldi”
            A única forma de aprender o “Método Giraldi” é fazendo o curso. Não há apostila, teoria, livros, projeções, salas de aulas que o ensine. É totalmente prático. É como futebol, natação, ciclismo, etc., só se aprende praticando. Parte do princípio de que “o que eu ouço eu esqueço; o que eu vejo eu lembro; o que eu faço eu aprendo”.
         . Só policiais podem fazer curso do “Método Giraldi”?
            Não! Tambem magistrados, promotores de justiça, autoridades, jornalistas, ouvidores, procuradores gerais de justiça, defensores públicos, políticos, integrantes de organizações relacionadas aos Direitos Humanos e segurança pública, e outras categorias especiais. E isso tem ocorrido com freqüência com enorme aprovação.
. Registro, patente, publicação, autorização de uso, gratuidade
O “Método Giraldi”, e todos os seus complementos, incluindo doutrina, manuais, currículos, alvos, “barricadas de treinamento”, figuras, etc., estão registrados, patenteados e publicados. Direitos autorais reservados. Embora seu autor (Cel PMESP Giraldi) já tenha gasto em torno de R$130.000,00 (cento e trinta mil reais) do seu bolso, para o seu desenvolvimento, sem qualquer ressarcimento, está à disposição de todas as polícias e policiais de forma gratuita, desde que sem alterá-los ou plagiá-los, no todo ou em parte; é crime fazê-lo, e desde que citem a origem:- “Método Giraldi”; é de Lei. De acordo com suas palavras seu grande pagamento são as centenas de vidas, incluindo de policiais, que estão sendo preservadas com sua aplicação.
. Rapidez da implantação do “Método” numa instituição policial
A rapidez da implantação do “Método” numa instituição policial dependerá de vários fatores, principalmente do seu efetivo e apoio dos seus responsáveis, mas, sempre, demorará algum tempo até atingir todos os seus integrantes.
Não é o fato de uma instituição policial adotá-lo que já estará em condições de aplicá-lo, de imediato. Haverá necessidade da adoção do “Currículo Universal”; da formação dos professores necessários; locais para desenvolver a instrução; alvos; materiais; munição; instruir todo o seu efetivo como usuário do “Método”; mudar toda uma cultura; etc., e isso demandará certo tempo; mas é o caminho correto.
         . Segurança com a arma de fogo
            Da mesma forma que carro não guia, mas é guiado, arma não dispara, mas é disparada, e para ser disparada o dedo tem que estar no gatilho. O policial evitará tragédias mantendo o dedo fora do gatilho; o dedo só vai para o gatilho no momento do disparo; efetuado o disparo volta para a sua posição normal que é estendido junto à armação da arma. Cano voltado sempre para direção segura.
            Não se aponta arma para pessoas inocentes.
         . Arma de fogo é sinônimo de segurança para o policial?
            Não! Os cemitérios estão cheios de policiais que acreditavam nisso; também sobre as cadeiras de rodas e as prisões. Arma de fogo, isoladamente, provoca mais problemas que soluções.
            Arma de fogo para ser sinônimo de segurança tem que estar aliada a procedimentos. Arma de fogo sem procedimentos não vale nada; é tragédia na certa.
            Esse é o motivo pelo qual durante todo o desenvolvimento do “Método Giraldi” arma de fogo e procedimentos caminham juntos; lado a lado; entrelaçados; jamais isolados.
         . Melhor arma de porte para o policial
            De acordo com estudos feitos por duas comissões, uma abrangendo policiais do Estado de São Paulo, e outra abrangendo policiais de todo o Brasil, a melhor arma de porte para o policial é a pistola Glock, modelo 22, de calibre .40 S&W, de origem austríaca. De preço inferior às nacionais.


Nilson Giraldi
Especialista em “Segurança Pública e Polícia”
Professor – Educador – Assessor – Consultor – Cel PMESP
Autor do “Método Giraldi”

 (Esta matéria está registrada ® e publicada. Direitos autorais reservados. No caso do uso  do todo ou de parte do seu conteúdo tem que ser feita referência ao seu autor; é de Lei)




“Sete Normas Internacionais de Direitos Humanos Aplicáveis à Função Policial e Função Policial Armada para Defesa do Cidadão”


1. Declaração Universal dos Direitos Humanos - Sigla: “DUDH”
2. Convenção Americana Sobre Direitos Humanos - Sigla: “CADH”
3. Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos - Sigla: “PIDCP”
4. Convenção contra a tortura e outros tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes - Sigla: “CCT”
5. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei - Sigla: “CCEAL”
6. Princípios Básicos sobre a Utilização da Força e de Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei - Sigla: “PBUFAF”
7. Conjunto de Princípios para a Proteção de Todas as Pessoas Sujeitas a Qualquer Forma de Detenção ou Prisão - Sigla: “Conjunto de Princípios”

 ___________________________________

“MÉTODO GIRALDI” ®

CURRÍCULO UNIVERSAL PARA FORMAR USUÁRIOS DO “MÉTODO GIRALDI” ®
(Registrado e publicado)




Com metodologia e apoio do “Comitê Internacional da Cruz Vermelha”, através de Comissão Especial Oficial, este documento integrou, de forma transversal, as “Sete Normas Internacionais de Direitos Humanos Aplicáveis à Função Policial e Função Policial Armada”; os “Princípios da Carta da ONU para o Assunto”; as “Diretrizes Internacionais de Direito Internacional dos Direitos Humanos”; Polícia Comunitária Internacional, “Convenções e Tratados Internacionais” dos quais o Brasil é signatário; em especial as constantes do seu glossário.
Está, também, totalmente de acordo com as “Leis”, a “Realidade” e a “Política Policial Brasileira”. Com as dificuldades financeiras da maioria das Polícias Brasileiras.






           (Nome da instituição policial que ministrará o curso)


(Unidade responsável pela execução do curso)

 

CURRÍCULO UNIVERSAL


CURSO PARA FORMAR USUÁRIOS DO “MÉTODO GIRALDI”


1.    APLICAÇÃO.
1.1. Este currículo é universal; pode ser aplicado em todas as instituições policiais, fardadas ou não, incluindo polícias civis e guardas municipais.
2.    DURAÇÃO DO CURSO EM HORAS/AULA.
2.1. Será a soma das horas/aula destinadas às matérias obrigatórias, mais a soma das horas/aula destinadas às matérias facultativas selecionadas pela instituição policial responsável pelo curso;
2.1.1. O número de horas/aula, para cada matéria, variará de acordo com o previsto na “grade curricular” (item 4); essa variação dependerá da experiência anterior e grau de capacidade dos alunos;
2.1.2. A carga máxima ali prevista será obrigatória quando a experiência anterior do aluno, na matéria, for muito reduzida;
2.1.3. Essa carga máxima poderá ser ultrapassada quando se tratar de recrutas ou assemelhados;
 2.2. Matérias obrigatórias:- São as previstas do número de ordem 01 a 07 e de 16 a 20, do “ítem 4” (GRADE CURRICULAR);
2.3. Matérias facultativas:- São as previstas do número de ordem 08 a 15, do “ítem 4” (GRADE CURRICULAR);
2.4. Entre as matérias facultativas no mínimo uma, relacionada a arma de fogo (revólver, pistola, etc.), deverá fazer parte do curso;
2.4.1. O aluno ficará habilitado como usuário do “Método Gialdi” apenas na (s) arma (s) usada (s) no curso;
2.4.2. Posteriormente, em outros cursos, poderá ficar habilitado em outras armas sem necessidade de repetir as matérias obrigatórias e a (s) arma (s) para a (s) qual (is) já está habilitado; mas nada impede que o faça;
2.5. O curso poderá ser feito isoladamente; ou integrado ao curso de formação de soldados; de cabos; de sargentos; de oficiais; de aperfeiçoamento e especialização; do “MCPSOP” (ex “CAO”) e “DCPSOP” (ex “CSP”); etc
3.    OBJETIVO GERAL DO CURSO.
3.1. Formar usuários do “Tiro Defensivo na Preservação da Vida”, “Método Giraldi”, e sua “Doutrina para a Atuação Armada da Polícia e do Policial com a Finalidade de Servir e Proteger a Sociedade e a Si próprio” ®, ou, simplesmente, “Usuários do Método Giraldi”, em conformidade com a “Lei, a Preservação da Vida, a Integridade Física e a Dignidade da Pessoa Humana”, obedecendo, ainda, aos princípios da Carta da ONU para o assunto, Tratados Internacionais dos quais o Brasil é signatário, Comitê Internacional da Cruz Vermelha, Direitos Humanos, Direitos Humanos Aplicados à Função Policial Armada, Direitos Humanos do Policial, Policiamento Comunitário, etc.
3.2. Conhecer e aplicar o contido no “Código de Conduta para os Encarregados da Aplicação da Lei” adotado pela ONU, e pautar a conduta policial de acordo com os princípios éticos e legais de padrão nacional e internacional. Identificar e saber as condições exatas para uso da força e da arma de fogo, previstas no Direito Nacional e Internacional, relacionando-as com a atividade policial.

4.  GRADE CURRICULAR.
ÁREA
DE ENSINO
N.° de Ordem 
ROL DE  MATÉRIAS
C/H

EXECUÇÃO

PROFISSIONAL
01
 “Método Giraldi”:- Que é. Finalidade. Apresentação; Doutrina; Desenvolvimento. Aprovação e sustentação.  Técnicas de ensino do “Método”. Qualidades exigidas do professor do Método.
01 a 02

Teórica
Obrigatória

02
Investimento e valorização do policial
04 a 06
Teórica
Obrigatória

03
Doutrina da atuação armada da Polícia e do Policial com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio. Gradação do uso da força e da arma de fogo. Características e conseqüências de um confronto armado.
02 a 04

Teórica
Obrigatória

04
Direitos Humanos. Direitos Humanos aplicados à função policial armada. Direitos Humanos do Policial. Transversalidade do “Método Giraldi” com os Direitos Humanos; com os Tratados Internacionais assinados pelo Brasil; e com as Leis Brasileiras. Tortura e suas conseqüências.
02 a 04

Teórica
Obrigatória

05
Legislação específica sobre armas e munições
01 a 02
Teórica
Obrigatória

06
Estudo balístico dos projéteis e protetores balísticos. Coletes balísticos. Características e dados técnicos das armas.
01 a 02
Teórica
Obrigatória

07
Montagem de armações fixas e móveis, barricadas de treinamento, alvos, pistas e locais de instrução. Limpeza e manutenção do armamento, munição e equipamentos.
01 a 02
Prática
Obrigatória

08
Revólver
20 a 30
Prática
Facultativa

09
Pistola semi-automática .40 S&W
20 a 30
Prática Facultativa

10
Metralhadora Portátil.
20 a 30
Prática Facultativa

11
Carabina cal. 38/357
08 a 14
Prática Facultativa

12
Espingarda Cal “12”
16 a 24
Prática Facultativa

13
Fuzil
16 a 24
Prática Facultativa

14
Carabina .30 ou .40S&W
16 a 24
Prática Facultativa

15
Munições Químicas. Munições não letais.
02 a 04
Prática Facultativa

16
Negociação – Gerenciamento de Crises
02 a 04
Prática
Obrigatória

17
Abordagens
02 a 04
Prática Obrigatória

18
Evitando tragédias. Análise de casos reais.
02 a 04
Prática Obrigatória

19
Teatro fora das pistas
02 a 04
Prática Obrigatória

20
Treinamento em pleno serviço ou Instrução continuada
02 a 04
Prática Obrigatória

SOMA DA CARGA HORÁRIA DAS MATÉRIAS CURRICULARES




5. OBJETIVOS PARTICULARES E GERAIS DAS MATÉRIAS.
5.1. “Método Giraldi”:- Que é. Finalidade. Apresentação; Doutrina; Desenvolvimento. Aprovação e sustentação. Técnicas de ensino do “Método”. Qualidades exigidas do professor do Método.
5.1.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.1.1.1. Saber que é o “Método Giraldi”;
5.1.1.2. Aprender a doutrina e a aplicação da matéria; suas finalidades; características; reconhecimento e comprovação da sua eficiência; desenvolvimento do seu aprendizado;
5.1.1.3. Aprovação e sustentação do “Método Giraldi”;
5.1.1.4. Ter noções das técnicas de ensino próprias e específicas da matéria;
5.1.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.1.2.1.  CD Básico, pasta 01:- “Que é o Método Giraldi”;
5.1.2.2.  CD Básico, pasta 02:- “Método Giraldi – Principais Fundamentos”;
5.1.2.3.  CD Básico, pasta 18, arquivo 02:- “Método Giraldi  - Principais Fundamentos”;
5.1.2.4.  CD Básico, pasta 18, arquivo 05:- “Método Giraldi - Qualidades exigidas do professor do Método”;
5.1.2.5.  CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Cap 01, 02 e 22; e Anexo 17, do manual de todas as armas;
5.1.2.6.  CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Arquivos 498, 505, 506, 507, 508, 563;
5.1.2.7.  “DVD do Método Giraldi”:- Menu 01.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.2. Investimento e valorização do policial.
5.2.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.2.1.1. Aprender tudo aquilo que, fora da instrução prática de tiro, possa se relacionar ou influir na sua atuação armada com a finalidade de servir e proteger a Sociedade e a si próprio;
5.2.1.2. Ensinar o policial do que fazer para estar de bem com a vida;
5.2.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.2.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Cap 22 e Anexo 06 do manual de todas as armas;
5.2.2.2. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Arquivos 496, 505, 533, 536.1, 536.2, 550, 556, e 565.2 dessa pasta;
5.2.2.3.  CD Básico, pasta 18, arquivo 7.1 (“Método Giraldi - Mensagem Especial aos Policiais”); e arquivo 15 (“Investimento e Valorização do Policial”).
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.3. Doutrina da atuação armada da Polícia e do Policial com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio. Gradação do uso da força e da arma de fogo. Características e conseqüências de um confronto armado.
5.3.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.3.1.1. Aprender toda a Doutrina do “Método Giraldi” relacionada ao uso da força e da arma de fogo, por parte da polícia, e do policial, com a finalidade de servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.3.1.2. Estar a par e saber aplicar a gradação do uso da força e da arma de fogo;
5.3.1.3. Saber quais são as características de um confronto armado à luz da ciência;
5.3.1.4. Saber quais as reações físicas e psíquicas do policial durante um confronto armado;
5.3.1.5. Saber quais as seqüelas que ficam no policial que participa de um confronto armado;
5.3.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.3.2.1.  CD Básico, pasta 18, arquivo 06:- “Método Giraldi - Doutrina para a atuação armada da polícia”; 
5.3.2.2.  CD Básico, pasta 18, arquivo 07.1:- “Método Giraldi - Doutrina para a atuação armada do policial”;
5.3.2.3.  CD Básico, pasta 18, arquivo 14:- “Método Giraldi” - Gradação do uso da força e da arma de fogo”;
5.3.2.4. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Arquivos 536.1, 536.2, e 561;
5.3.2.5.  CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais”, etc.):- Capítulo 01 do manual de todas as armas. E arquivos 499, 500 e 501, dessa pasta.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

        5.4. Direitos Humanos. Direitos Humanos aplicados à função policial armada.  Direitos Humanos do Policial. Transversalidade do “Método Giraldi” com os Direitos Humanos; com os Tratados Internacionais assinados pelo Brasil; e com as Leis Brasileiras. Tortura e suas conseqüências.
5.4.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.4.1.1. Saber o que são os Direitos Humanos;
5.4.1.2. Aprender como devem ser as intervenções policiais dentro dos preceitos de Direitos Humanos, conforme a conduta preconizada pela ONU, pelo CICV, DDHH, etc.;
5.4.1.3. Os Direitos Humanos do policial;
5.4.1.4. A Transversalidade do “Método Giraldi” com os Direitos Humanos, com os Tratados Internacionais assinados pelo Brasil, e com as Leis Brasileiras;
5.4.1.5. O imprescindível conhecimento que deve ter sobre “tortura” e suas conseqüências;
5.4.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.4.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc), arquivos 578.1:- “Declaração Universal dos Direitos Humanos”;  578.2:- Tortura: Definição dos crimes de tortura; e 578.3:- Perda de cargo para quem pratica tortura;
5.4.2.2. CD Básico, pasta 18, arquivo 15:- “Método Giraldi – Transversalidade”;
5.4.2.3. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 572:- “Tratados Internacionais”;  arquivo 563:- “Direitos Humanos aplicados à função policial armada”.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.5. Legislação Específica sobre armas e munições.
5.5.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.5.1.1. Aprender o conteúdo da legislação relacionada a armas e munições necessária à função policial;
5.5.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.5.2.1. CD Básico, pasta 10:- “Legislação geral sobre armas e munições”;
5.5.2.2. CD Básico, pasta 22:- “Publicações do Bol G PM e outras publicações importantes”.
Obs.:- Distribuição gratuita.

5.6. Estudo balístico dos projéteis e protetores balísticos. Coletes balísticos. Características e dados técnicos das armas.
5.6.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.6.1.1. Aprender os resultados balísticos das respectivas munições utilizadas no serviço policial;
5.6.1.2. Aprender sobre o uso e aplicação dos protetores balísticos;
5.6.1.3. Aprender sobre o uso e aplicação dos coletes balísticos;
5.6.1.4. Aprender as características e os dados técnicos das armas usadas no curso.
5.6.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.6.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Anexo 03 e 04 do manual de todas as armas. E arquivo 573, também dessa pasta;
5.6.2.2. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 156-2:- “Manual de Coletes Balísticos”;
5.6.2.3. Manuais de fábrica.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.7. Montagem de armações fixas e móveis, barricadas de treinamento, alvos, pistas e locais de instrução. Limpeza e manutenção do armamento, munição e equipamentos.
5.7.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.7.1.1. Participar da montagem de barricadas de treinamento; de armações fixas e móveis para colocação de alvos; etc.
5.7.1.2. A partir do alvo “PM-L-4”, caracterizar alvos “amigos”, “neutros” e “agressores”, representando, sempre, seres humanos;
5.7.1.3. Participar da montagem de diversos tipos de pistas, simulando, sempre, a realidade;
5.7.1.4. Participar da montagem de locais de instrução, não só no interior dos “Centros de Treinamento na Preservação da Vida”, mas também em outros locais que possam ser utilizados para a mesma finalidade, inclusive com a instrução sob forma de “teatro”;
5.7.1.5. Fazer a limpeza e a manutenção do seu armamento, munição e equipamentos;
5.7.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.7.2.1.  CD Básico, pasta 04:- “Figuras para recortar”;
5.7.2.2.  CD Básico, pasta 05:- “Armações fixas e móveis”;
5.7.2.3. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Capítulo 10, e Anexos 09, 13 e 14, do manual de todas as armas. E arquivo 175, também dessa pasta;
5.7.2.4. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 519:- Características e ensinamentos das pistas”;
5.7.2.5. Manuais de fábrica de cada arma.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.8. Revólver.
5.8.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.8.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação do revólver para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.8.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.8.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi”  – Manuais, etc.), arquivo 512:- “Manual do Revólver – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20).  E Arquivos 559 e 560, também dessa pasta;
5.8.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para o revólver);
5.8.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus; (distribuição gratuita);
5.8.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”.
5.8.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.9. Pistola Semi-Automática .40 S&W.
5.9.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.9.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação da pistola semi-automática .40 S&W para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.9.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.9.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 513:- “Manual da Pistola – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20).  E arquivos 548 e 549, também dessa pasta;
5.9.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para a pistola semi-automática .40 S&W);
5.9.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus;
5.9.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”.
5.9.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.10. Metralhadora Portátil.
5.10.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.10.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação da metralhadora portátil .40 S&W e M972 Beretta para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.10.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.10.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 514:- “Manual da Metralhadora Portátil – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20); 
5.10.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para a metralhadora portátil);
5.10.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus. Adaptar para Mtr portátil;
5.10.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”. Adaptar para metralhadora portátil;
5.10.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.11. Carabina cal 38/357.
5.11.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.11.1.1 Aprender o manuseio e a aplicação da carabina 38/357 para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.11.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.11.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 515:- “Manual da Carabina 38/357 – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20);
5.11.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para a carabina cal 38/357);
5.11.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus. Adaptar para carabina cal 357/38;
5.11.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”. Adaptar para carabina 357/38;
5.11.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.12. Espingarda calibre 12.
5.12.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.12.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação da espingarda cal “12” para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.12.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.12.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 516-1:- “Manual da Espingarda 12 – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20);
5.12.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para a espingarda calibre 12);
5.12.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus. Adaptar para espingarda cal 12;
5.12.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”. Adaptar para espingarda cal 12;
5.12.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.13. Fuzil.
5.13.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.13.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação do fuzil para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.13.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.13.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 516-2:- “Manual do Fuzil – Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20); 
5.13.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para o fuzil);
5.13.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus. Adaptar para fuzil;
5.13.2.4. “DVD – 01- 2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”. Adaptar para fuzil;
5.13.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.14. Carabina .30 ou .40S&W
5.14.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.14.1.1. Aprender o manuseio e a aplicação da carabina .30 ou .40S&W para servir e proteger a sociedade e a si próprio;
5.14.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.14.2.1. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.), arquivo 516-5:- “Manual da carabina .30 ou .40S&W - Curso para Usuários e Professores” (Do Capítulo 02 ao Capítulo 22; e do Anexo 01 ao anexo 20); 
5.14.2.2. CD Básico, pasta 11:- “Como ministrar Método Giraldi para formar usuários” (adaptar para o carabina .30 ou .40S&W);
5.14.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus. Adaptar para carabina .30 ou .40S&W;
5.14.2.4. “DVD – 01- 2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”. Adaptar para carabina .30 ou .40S&W;
5.14.2.5. Outros DVD.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.15. Munições Químicas.  Munições não letais.
5.15.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.15.1.1. Aprender e saber aplicar todos os tipos de munições químicas existentes na sua instituição policial, bem como sobre suas conseqüências físicas e psíquicas no ser humano;
5.15.1.2. Munições não letais;
5.15.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.15.2.1. Manuais específicos de fábrica;
5.15.2.2. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi – Manuais, etc”), arquivo 516.4:- “Manual de Munições Químicas;
5.15.2.3. Curso prático da matéria, à parte.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.16. Negociação – Gerenciamento de Crises.
5.16.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.16.1.1. Aprender e saber aplicar as normas relacionadas às negociações e gerenciamento de crises;
5.16.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.16.2.1. CD Básico, pasta 18, arquivo 12:- “Método Giraldi – Ocorrências com Reféns”;
5.16.2.2. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro” – “Refém Tomado – Negociação”;
5.16.2.3. “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus;
5.16.2.4. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi”  – Manuais, etc.):- Arquivo 510 e 519, dessa pasta.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.17. Abordagens.
5.17.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.17.1.1. Aprender e saber aplicar todos os tipos e formas de abordagens;
5.17.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.17.2.1. CD Básico, pasta 18, arquivo 13:- “Método Giraldi – Abordagens”;
5.17.2.2. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Arquivo 576.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.18. Evitando tragédias. Análise de casos reais.
5.18.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.18.1.1. Aprender e saber aplicar, sob a forma de “teatro”, todos os procedimentos corretos que devem ser tomados pelo policial com a finalidade de evitar tragédias, incluindo a sua própria morte;
5.18.1.2. Essa instrução será realizada sob forma de “teatro” (capítulo 13 do manual de todas as armas);
5.18.1.3. Saber analisar casos reais, erros e acertos, e o que fazer para uma melhor atuação caso venham a ocorrer novamente;
5.18.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.18.2.1. CD Básico, pasta 18, arquivo 11:- “Método Giraldi – Evitando Tragédias”;
5.18.2.2. CD Básico, pasta 07:- “Evitando tragédias”;
5.18.2.3. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Capítulo 13 (“Instrução sob forma de teatro”), e capítulo 14 (“Análise de Casos Reais”), do manual de todas as armas;
5.18.2.4.  CD Básico, pasta 18, arquivo 08:- “Método Giraldi – “Locais para instrução sem disparos reais”.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.19. Teatro fora das pistas.
5.19.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.19.1.1. Executar, sob forma de “teatro”, fora das pistas, todos os aprendizados anteriormente recebidos;
5.19.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.19.2.1.  CD Básico, pasta 18, arquivo 10:- “Método Giraldi – Instrução sob forma de teatro”;
5.19.2.2.  CD Básico, pasta 18, arquivo 08:- “Método Giraldi – “Locais para instrução sem disparos reais”;
5.19.2.3. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc):- Capítulo 13 do manual de todas as armas (“teatro”);
5.19.2.4. “DVD – 01 -2007 – Método Giraldi”:- “Instrução sob forma de teatro”;
5.19.2.5.  “DVD do Método Giraldi”:- Todos os 13 menus.  
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

5.20. Treinamento em pleno serviço ou Instrução continuada – Cap 15 do manual de todas as armas (última etapa prática do “Método Giraldi”).
5.20.1. Proporcionar conhecimentos que capacitem o aluno a:
5.20.1.1. Estando de serviço, na rua, ser acionado, com sua guarnição, para solucionar, ocorrências policiais simuladas, com ou sem disparos reais (neste caso, sob forma de “teatro”), no interior do “Centro de Treinamento na Preservação da Vida”, ou em locais para isso designados, com a supervisão e orientação do professor, e com anotação em súmulas específicas;  
5.20.2. Onde encontrar o que será ensinado:-
5.20.2.1.  CD Básico, pasta 18, arquivo 9.1:- “Método Giraldi - “Instrução em pleno serviço” ou “Instrução continuada”;  
5.20.2.2.  CD Básico, pasta 18, arquivo 9.2:- “Método Giraldi - Súmula de avaliação da “Instrução em pleno Serviço” ou “Instrução continuada”;  
5.20.2.3.  CD Básico, pasta 18, arquivo 9.3:- “Método Giraldi - Alguns procedimentos para serem colocados na súmula de avaliação da “Instrução em pleno serviço” ou “Instrução continuada”;
5.20.2.4.  CD Básico, pasta 18, arquivo 08:- “Método Giraldi - “Locais para instrução sem disparos reais”;
5.20.2.5. CD Básico, pasta 03 (“Método Giraldi” – Manuais, etc.):- Capítulo 15 (“Instrução em pleno serviço” ou “Instrução continuada”), combinado com o capítulo 13 (“Teatro”), do manual de todas as armas;
5.20.2.6. “DVDs” do “Método Giraldi” sobre a matéria.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

6. PRESCRIÇÕES GERAIS.
6.1. Destinação do curso:-
6.1.1. Para oficiais e Praças, masculinos e femininos (o curso será igual para ambos os quadros e sexos);
6.1.1.1. Os oficiais e as praças farão o curso em conjunto ou separados, isto é, integrados num mesmo curso; em cursos separados; ou num mesmo curso em oficinas separadas;
6.1.2. Poderão participar alunos de outras instituições policiais;
6.2. Armas utilizadas nos cursos:-
6.2.1. As determinadas pela instituição policial para cada curso.

7. CONDIÇÕES DE MATRÍCULA.
7.1. Ser policial masculino ou feminino de qualquer posto ou graduação;
7.2. Estar, no mínimo, no bom comportamento;
7.3. Não estar respondendo a processo criminal;
7.4. Não possuir falta desabonadora em seus assentamentos;
7.5. Estar gozando de plena saúde física e mental atestada através de exames médicos e psicológicos;
7.6. Apresentar compatibilidade com a função de usuário do “Método Giraldi” nas armas e nas matérias previstas para o curso.

8. DESLIGAMENTO.
8.1. O aluno será desligado quando:-
8.1.1. For demitido do curso, a pedido ou ex-ofício;
8.1.2. Não apresentar condições físicas ou psicológicas para prosseguir no curso de usuário do “Método Giraldi”;
8.1.3. Demonstrar incompatibilidade com o curso de usuário do “Método Giraldi” através das anotações na “Súmula de Análise Pessoal” (capítulo 03 do manual de todas as armas);
8.1.4. Faltar, seguidamente ou não, a 5% ou mais do total do número de aulas previstas para todo o curso de “usuário”;
8.1.5. Não repor, imediatamente, as aulas não assistidas (até o limite de 5% de todo o curso de “usuário”; além disso, será desligado, não importam os motivos);
8.1.5.1. As aulas de reposição não poderão prejudicar o andamento normal do curso de “usuário”.

9. DISTRIBUIÇÃO DO TEMPO.
9.1. Cada hora/aula terá duração de 50 minutos;
9.2. O número de h/a diárias será estabelecido pela Unidade responsável pelo curso;
9.3. Nas h/a diárias serão computadas as aulas noturnas ou com pouca luminosidade;
9.3.1. Face à intensidade da instrução prática o professor dará os intervalos que julgar necessários ao descanso dos alunos;
9.4. Regime de trabalho:- A ser estabelecido pela Unidade responsável pelo curso.

10. CORPO DOCENTE.
10.1. O corpo docente será integrado por professores do “Método Giraldi” formados em cursos oficiais com participação direta do autor do “Método” ou por ele reconhecidos;
10.1.1. Obrigatoriamente possuidores do certificado de conclusão do curso, assinado ou reconhecido pelo autor do “Método”;
10.2. Fora dessas condições nenhum outro policial ou pessoa está autorizado a ministrar o “Método Giraldi”; isso está registrado.

11. DESENVOLVIMENTO DO CURSO.
11.1. As matérias práticas do curso (número de ordem 07 a 20, do item 4 – GRADE CURRICULAR) serão ministradas no “Centro de Treinamento na Preservação da Vida” utilizado pela instituição policial responsável pelo curso, em “oficinas de treinamento”, nas seguintes condições:-
11.1.1. Cada oficina funcionará com dois professores (um oficial e um praça), não importa o posto ou graduação dos alunos; e com no máximo 15 (quinze) alunos cada uma;
11.1.2. Num mesmo curso poderá haver oficina apenas para oficiais, e oficina apenas para praças. Nada impede que numa mesma oficina existam oficiais e praças, integrados, inclusive masculinos e femininos;
11.2. As matérias teóricas do curso (número de ordem 01 a 06, do item 4 – GRADE CURRICULAR) serão ministradas no “Centro de Treinamento na Preservação da Vida” ou em salas de aula (todos os alunos juntos – uma só oficina);
11.2.1. Obrigatoriamente as matérias teóricas terão de ser ministradas na seqüência em que se encontram na GRADE CURRICULAR (item 4), à exceção da matéria 02 (“Investimento e Valorização do Policial”) que poderá ser ministrada em qualquer fase do curso.

12. AVALIAÇÃO DO PROCESSO EDUCACIONAL.
12.1. A avaliação do rendimento da aprendizagem será feita:
12.1.1. Através da “Súmula de Análise Pessoal” (capítulo 03, dos manuais de todas as armas);
12.1.2. “Súmula de Avaliação do Curso Básico” (capítulo 08 do manual de todas as armas);
12.1.3. “Súmula de Avaliação da Pista Policial de Aplicação Individual” (capítulo 19 do manual de todas as armas);
12.1.4. “Súmula de Avaliação da Pista Policial de Aplicação em Equipe” (anexo 18 do manual de todas as armas);
12.2. Quando das avaliações o professor interromperá, imediatamente, o aluno que errar qualquer procedimento; anotará o erro na súmula e o ensinará a executá-lo de forma correta. Após isso o aluno executará, novamente, o procedimento que errou, quantas vezes forem necessárias, até que o faça de forma correta e sem dificuldades. Enquanto isso não ocorrer não prosseguirá na avaliação. O erro anteriormente cometido permanecerá anotado na súmula;
12.3. Quando das avaliações, o impacto do projétil no alvo atirável, qualquer que seja a pontuação obtida, ou mesmo que não o acerte, não será considerado procedimento e, portanto, não será repetido;
12.4. O professor será avaliado, pelos seus alunos, ao final do curso, com a aplicação da “Súmula de Avaliação do Professor pelo Aluno” (anexo 15 do manual de todas as armas);

13. APROVAÇÃO.        
13.1. Será aprovado o aluno que, quando das avaliações, executar, com correção e sem dificuldades, todos os procedimentos anteriormente aprendidos, não importa quantas vezes tenha de repeti-los, mesmo durante a avaliação;
13.1.1. Conforme já foi esclarecido no item “12.3”, retro, quando das avaliações, o impacto do projétil no alvo atirável, qualquer que seja a pontuação obtida, ou mesmo que não o acerte, não será considerado procedimento e, portanto, não será repetido.

14. MATERIAIS COM DISTRIBUIÇÃO OBRIGATÓRIA PARA OS ALUNOS.
14.1. Antes do início do curso deverão ser fornecidos os seguintes materiais para os alunos, individualmente, e de forma gratuita:-
14.1.1. “CD Básico” do “Método Giraldi”;
14.1.2. “DVD – 01-2007” do “Método Giraldi”;  
14.1.3. “DVD” do “Método Giraldi”;
14.1.4. “DVD” com matérias relacionadas ao “Método Giraldi”;
14.1.5. Apostilas impressas.
Obs.:- Todos de distribuição gratuita.

15. PONTUAÇÃO FINAL DO CURSO – NOTA FINAL DO CURSO – CLASSIFICAÇÃO.
15.1. A pontuação final do curso, por aluno, será a soma dos pontos obtidos por ele em todas as “Súmulas para Habilitação de Usuário do Método Giraldi” (uma para cada arma) constantes do “Capítulo 19” do manual de todas as armas;
15.1.1. Ficará à frente o aluno que, após essa soma, ficar com o maior número de pontos;
15.1.2. Em caso de empate ficará à frente o aluno que obtiver a maior soma de pontos nas “Súmulas de Avaliação do Curso Básico” (uma para cada arma) constantes do “Capítulo 08” do manual de todas as armas;
15.1.3. Persistindo o empate ficará à frente o aluno com melhores anotações nas “Súmulas de Análise Pessoal”, constante do “Capítulo 03”, do manual de todas as armas;
15.2. Para transformar a pontuação final do aluno em nota bastará aplicar uma regra de três simples e direta onde a pontuação máxima possível, resultante da soma dos pontos de todas as “Súmulas para Habilitação de Usuário do Método Giraldi” (uma para cada arma), corresponderá à nota 10,0 (dez).

16. ARMAS DE FOGO QUE PODEM NÃO INTERESSAR À INSTITUIÇÃO POLICIAL.
16.1. Uma ou mais das armas de fogo previstas no currículo, assim como a matéria “Munições Químicas” e “Não Letais” (item 4 - Grade Curricular) podem não interessar à Instituição Policial; não farão parte do curso;
16.2. Posteriormente outros cursos poderão ser realizados com as armas faltantes;
16.3. O aluno será usuário apenas das armas com as quais fizer o curso.

17. MATÉRIAS OBRIGATÓRIAS EM TODOS OS CURSOS.
17.1. As matérias com número de ordem de 1 a 7, e de 16 a 20, da “Grade Curricular” (item 4), serão obrigatoriamente ministradas em todos os cursos, não importa as armas de fogo neles utilizadas.

18. PRIORIDADE DA (S) ARMA (S) DENTRO DO CURSO.
18.1. A prioridade da (s) arma (s) dentro do curso será estabelecida pela instituição policial de acordo com suas necessidades e finalidades;
18.2. Para cada curso será antecipadamente estabelecido, pela instituição policial, qual a arma, ou armas, a ser nele utilizada (s).

19. PRIORIDADE DAS MATÉRIAS DENTRO DO CURSO.
19.1. As matérias práticas só poderão ser ministradas após as matérias teóricas;
19.1.1. As matérias teóricas seguirão à ordem cronológica estabelecida na “GRADE CURRICULAR” (item 4), à exceção da matéria número de ordem 02 (“Investimento e Valorização do Policial”) que será ministrada em qualquer fase do curso (ver item 11.2.1);
19.2. A ordem das armas, munições químicas e demais matérias práticas, será estabelecida pela instituição policial.

20. OUTROS ASPECTOS.
20.1. O curso, objeto do presente currículo, só estará concluído quando houver o cumprimento de 100% da carga horária prevista, podendo ter o seu término adiado até o cumprimento total desse percentual;
20.2. Ao aluno também será exigido o cumprimento de 100% das aulas. Em nenhuma hipótese a reposição de aulas perdidas poderá ultrapassar o término do curso (ver item 8);

21. COORDENADOR DO CURSO.
21.1. O comandante da unidade responsável pelo curso nomeará um professor do “Método Giraldi” para coordená-lo;
21.2. O coordenador terá, entre outras funções:-
21.2.1. Propor ao comandante relação dos integrantes do corpo docente, e outras medidas necessárias ao curso;
21.2.2. Providenciar locais, sinalização desses locais, segurança, munição, armamento, materiais, condução, primeiros socorros, água, café, banheiro, etc., para execução do curso;
21.2.3. Providenciar reunião pedagógica com os integrantes do corpo docente antes do início do curso, e durante o mesmo, se necessário;
21.2.4. Orientar os integrantes do corpo docente;
21.2.5. Estar presente no início e no final de todas as aulas. Nada impede que as acompanhe integralmente;
21.2.6. Fiscalizar o desenvolvimento do curso e a aplicação correta do currículo;
21.2.7. Poderá integrar o corpo docente;
21.2.8. Providenciar local, e tudo o que for necessário, para as solenidades de encerramento do curso;
21.2.9. Fornecer ao comandante da unidade responsável pela realização do curso relatório final a respeito do mesmo.

22. CERTIFICADO.
22.1. O aluno aprovado no curso terá direito ao certificado de “usuário” do “Método Giraldi”;
22.1.1. O certificado, a partir do modelo já existente, poderá ser adaptado às normas da instituição policial responsável pelo curso desde que contenha a frase ... usuário do “Método Giraldicom...  (dizer a arma) e o símbolo do “Método Giraldi”;
22.1.2. Mesmo não participando diretamente do curso o autor do “Método Giraldi”, se for o caso, poderá, também, assinar o certificado.




Este currículo foi transversalizado, oficialmente, pelo “Comitê Internacional da Cruz Vermelha” que constatou estar o mesmo totalmente de acordo com:-
1. Declaração Universal dos Direitos Humanos - Sigla: “DUDH”
2. Convenção Americana Sobre Direitos Humanos - Sigla: “CADH”
3. Pacto Internacional sobre os Direitos Civis e Políticos - Sigla: “PIDCP”
4. Convenção contra a tortura e outro tratamentos ou penas cruéis, desumanos ou degradantes - Sigla: “CCT”
5. Código de Conduta para os Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei - Sigla: “CCEAL”
6. Princípios Básicos sobre a Utilização da Força e de Armas de Fogo pelos Funcionários Responsáveis pela Aplicação da Lei - Sigla: “PBUFAF”
7. Conjunto de Princípios para a Proteção de Todas as Pessoas Sujeitas a Qualquer Forma de Detenção ou Prisão - Sigla: “Conjunto de Princípios”

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“MÉTODO GIRALDI – TRANSVERSALIDADE” ®

Com metodologia, patrocínio, e apoio do “Comitê Internacional da Cruz Vermelha”, através de equipe oficial de especialistas da área (15 integrantes), foi executada, após vários anos de observação, aplicação, e profundos estudos, a “Transversalidade” oficial do “Método Giraldi” com os princípios da “Carta da ONU” para o assunto; com as “Sete Normas Internacionais de Direitos Humanos Aplicáveis à Função Policial"; com as “Convenções e Tratados Internacionais” dos quais o Brasil é signatário; com as “Diretrizes Internacionais de Direito Internacional dos Direitos Humanos"; dos “Direitos Humanos Aplicáveis à Função Policial e Função Policial Armada"; etc., tendo sido aprovado, sem qualquer ressalva, e integralmente, por estar, totalmente, e nos seus mínimos detalhes, de acordo com os seus conteúdos, determinações e normas.
            Orgulho para nós brasileiros; nenhum outro do mundo chegou a tanto.