quarta-feira, 25 de novembro de 2009

FAZEMOS PARTE DA HISTORIA DA CIDADE.

A cidade se estabelece como um veículo entre a história e o sujeito, sendo a base sobre a qual o individuo se expressa, construindo e sendo construído, motivo este que vemos um exemplo São Paulo com sua interminável construção e criação de novos modelos de serviços.

E nesse sentido, o individuo se identifica intimamente com a cidade, através de sua história. Quando essa se rompe o munícipe se sente desorientado e em contrapartida, o lugar se torna insignificante, difuso, confuso e no limite se confundido com a morte exemplo das cacrolândia, e é ai que o cidadão precisa do mediador ativo entre si e o complexo manda das cidades, pois as coisas e os fatos são realidade e considerando que a percepção da realidade é o reflexo da sua subjetividade, pode concluir que o individuo que define e constrói o mundo. Dessa maneira, a percepção fundamenta o reconhecimento, além das coisas visíveis para nós, considerando a pluralidade, as cidades esta intimamente ligada a nossa historia pessoal, assim uma percepção significativa pode ser compreendida como uma experiência originária da cidade da qual fazem parte elementos.

A realidade que depende do sujeito que a percebe porque ele faz parte da sua historia que atua e que envolve e agrupa o homem e como cidadão aciona um processo sensitivo.

A sensibilidade atua como veiculo e ponte entre a realidade a realidade interior do cidadão. Essa é a base para o conhecimento e a criação de uma concepção individual e coletiva das cidades.

O conhecimento o cidadão, através de um processo de aprendizagem, recebe a informação que considera relevante para elaborar a imagem, mapas mentais e uma visão subjetiva da cidade, ou seja, as cidades são lugares construídos pelo seu morador que por sua vez é construído pela cidade e assim por diante e desta forma que governamos e organizamos a cidades e assim fazemos os governos democráticos que existem para servir os cidadãos nas democracias, as democracias garante muitas liberdades aos seus cidadãos incluindo a liberdade de discordar e de criticar o governo, porém não deve o cidadão esquecer do respeito à lei os deveres como cidadão que são responsabilidades exclusivas do cidadão.

Este é o motivo que devemos refazer nossa visão da cidade ela faz parte de nós como nós fazemos parte dela e cuidar dela é nosso dever e o dever da cidade também é cuidar de nós, partindo disso a Guarda Civil Metropolitana foi criada para cuidar da cidade devemos ser um modelo e para sermos este modelo a cidade deve cuidar de nós, desta forma vejo que a qualificação é fato primordial a ser conquistado e este é o desafio que nos espera para que possamos como no inicio deste artigo fazer parte do histórico do cidadão hoje já somo historia .

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Autor:

ALTAIR DANIEL DIAS, INSPETOR, CONSELHEIRO DO DO CONSELHO NACIONAL DE SEGURANÇA PÚBLICA, DIRETOR DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DO CONSELHO NACIONAL DE GUARDA MUNICIPAIS, CONSELHEIRO MUNICIPAL DE DIREITOS HUMANOS, CONSELHEIRO PARA PREVENÇÃO OA USO INDEVIDO DE DROGAS, FORMADO EM MARKETING, PÓS-GRADUADO ESPECIALISTA EM SEGURANÇA PÚBLICA , PÓS GRADUAÇAÕ EM PSICOPEDAGOGIA E CURSANDO MBA EM DIREITO CIVIL E SEGURANÇA PÚBLICA, EXTENÇÃO UNIVERSITÁRIA USO INDEVIDO DE DROGAS, INSTRUTOR DE TIRO CREDENCIADO PELO 2º BTL DE POLICIA DE EXERCITO.

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