quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Comunicado



Senhor Inspetor.

No próximo dia 19 de Outubro às 19:30 horas teremos a nossa Reunião na Rua Afonso Pena, 560 – Bom Retiro.

O local é de fácil acesso – próximo ao Metrô Tiradentes e há estacionamento gratuito.

Abaixo segue os Grupos de Trabalho criados que apresentarão relatórios nessa reunião, procure os colegas abaixo, dê a sua sugestão.

GT de Ética
GT Jurídico
GT de NGA
GT de Mobilização




Lindamir
Sampaio
Bazzana
Marli

Ademir
Rodella
Vitale
Mércia
Agapito
Becker

Expedito
Luiz

Ézion


Altair


Marcos Barranco



Objetivos:

  • Ética: Criar mecanismos de conduta ética entre nós Inspetores.
  • Jurídico: Estudar a nossa legislação para futuras proposituras.
  • Mobilização: Mobilizar os Inspetores para participar da Associação, reuniões e eventos.
  • NGA: Criar Norma Geral de Ação para a GCM, a fim de ser encaminhada para apreciação do Sr. Comandante Geral e Secretário.
Contamos com sua presença e pedimos convidar outro colega!

A Diretoria.

Associação de Inspetores - Unindo os Oficiais da GCM/SP.

9 comentários:

  1. Ser Unido é sinônomo de ser Forte, e uma Instituição Forte não sofre solução de continuidade ou do ideário público de servir bem a comunidade em geral.

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  2. Este Blog é novo. No entanto, espero que em breve os senhores Chefes, Inspetores Civis isntituições civis, possam utilizar este espaço para discutir o porte de arma, aumento salárial, punição aos maus profissionais e principalmente aos que estão em cargo de chefia. Caso contrário, a tese da maioria, que somos nós, os Guardas, só será confirmada: associação de bajuladores. Espero que esta tese seja errada, e que este blog seja realmente de uma associoação séria. Por enquanto, não posso desejar sorte ou parabenizá-los, dependendo da conduta dos senhores, espero em breve poder elogiá-los. Quanto a oficiais, esqueçam isto, temos que ter identidade. Os senhores NÃO são oficiais, da mesma forma que o Guarda não é militar.

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  3. Oficiais, nos GCMs precisamos muito dos Srs. Estamos sofrendo um assédio pscológico imenso nesses dias atuais salários baixos,moral baixa, imprensa e críticos nos denegrindo, nos bombardeando e muitos de nós sem estímulos algum porém, alguns inspetores continuam a punir, punir e punir... companheiros nossos será que são realmente GCMs? Sem nós vocês não tem forças, e sem vocês também não temos...a GCM e feita por todos nós. Um grande abraço respeitoso aos nossos oficiais de verdade!

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  4. Oficial de Justiça não é militar, mas é oficial. Tem até oficial administrativo. Visão limitada a do amigo ai de cima. Não deve ser Guardas, pois pensa de forma depreciativa sobre o tema. Sou GCM e respeitos os Inspetores e os considero verdadeiros Oficiais das Guardas Municipais

    GCM Cláudio

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  5. O termo "oficial" utilizado pelos Inspetores refere-se a uma distinção dos praças, assim como nas forças armadas, no entanto, não somos militares e isto não é depreciativo, pelo contrário é moderno e bem-vindo. As populações mundiais repudiam os modelos autoritários de policiamento militarizado. O militar tem muito valor e atribuíções que não são conformes em cenários urbanos de segurança pública, mas de combate bélico de grandes proporções em áreas de conflito militar. Sou guarda sim, e acredito que quem está tendo uma visão limitada é o caro colega. Os Inspetores não são oficiais e nós não somos praças, somos todos servidores civis. Oficiais de certa forma todo funcionário público é, no entanto, o termo remonta a um modelo ultrapassado e fálido. Devemos ficar longe das manchas de uma ditadura que nos arrasou e principalmente de qualquer modelo genérico de polícia militar. Devemos ter identidade. Isto não é depreciar a Guarda, mas sim, retirá-ola da sombra da PM. Devemos copiar só o que é benefíco e não o que é ultrapassado. Abraço, colega ou Inspetor, acredito mas nesta última hipótese.

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  6. Toda interpretação é subjetiva. O conceito de Oficial não é bem definido em livros doutrinários. E ainda que fosse, não passaria de uma mera interpretação. O oficalato não está adstrito ao militarismo, e querer fazer esse vínculo nada mais é do que impor uma nova interpretação subjetiva. A própria prefeitura de São Paulo já adotou esta terminologia em algumas legislações em relação aos Inspetores. Em New York a polícia é municipal, desmilitarizada, e tem oficiais de polícia. A questão está no que ocorre de fato. Ser ou não um oficial está no coração e no desempenho de cada um.

    Capitão Pr. Manoel - Oficial Capelão do Exército Brasileiro

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  7. Concordo. O exemplo citado pelo senhor, quanto à polícia de NY é perfeito. No entanto, TODOS os policiais americanos, seja qual for a patente, são chamados também de oficiais de polícia. Na GCM, tentam separar Inpetores dos graduados e dos guardas, como se os priemiros fossem oficiais e os segundos praças, tal divisão é ridícula. Quanto à prefeitura utilizar este termo, sabemos bem dos monstrinhos jurídicos criados pela prefeitura, como por exemplo retirar o termo policiamento de várias normativas referentes à guarda e mesmo o maior monstro: um Regime disciplinar cheio de inconstitucionalidades para uma corporação civil, como a GCM. O que fefendo é uma identidade comunitária para a GCM, desvinculada de quaisquer analogias com polícias militarizadas, a desmilitarização das polícias estaduais é algo evidente e que assombra os seus comandantes. É um modelo fálido. Um barco que afunda. Temos que ser melhores e mais democráticos. A separação feita pela prefeitura tem cárater desconciliador, pois coloca o Inspetor em um pedestal e o guarda feito "soldado" muitas vezes sendo assédiado moralmente. Para o crescimento da corporação precisamos nos tratar como ´profissionais: Inspetores Chefes e seus subordinados, não oficiais e praças, isto não cabe a uma corporação civil e pautada no direito ao respeito humano, muito mais do que na hieráquia, como tentam nos enfiar na cabreça, como visível meio de dominação política e terrorismo psicológico. O guarda deve ver no Inspetor um profissional, que não pode ofendê-lo, destratá-lo e que deve ser indagado eaté representado quando cometer irregularidades, çpois não é infálivel e suas ordens não são a lei, como alguns inspetores gostariam. Enquanto tivermos uma estética militar, estamos b em, mas quando passsarmos a agir e nos tratar assim, estaremos retroagindo aquilo que as próprias polícias militares terão em algum futuro, de abandonar. Somos civis.

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  8. O Decreto 40002 - está em vigor. Não vamos discutir nomemclaturas oriundas do militarismos, entretanto, O chamado R CONTI, Regulamento de Continência e Sinais de Respeito do Exército, foi transcrito na íntegra no Decreto em questão, onde Oficiais, Praças, soldados, superior hierárquico, subordinados, são termos substituídos por Inspetores, Classes Distintas, Guardas - aí está a estética militar tipificada na GCM. Concordo com o posicionamento dos postulantes, entretanto, para mudarmos a normatização dos relacionamentos entre os integrantes da Corporação é necessário alteração da legislação vigente que temos o dever de cumprir. Acho importante as reflexões, mas não só para a crítica ao sistema´, é preciso efetivação e proposição de mudanças regulamentares, se for de aceite geral ou da maioria..

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  9. O problema é que geralmente quem está próximo dos legisladores municipais, orientando-os sobre o que é a Guarda Civil, são homens sedentos de poder, com o peito cheio de medalhas de lata. O Guarda nunca é consultado quanto às monstruosidades jurídicas - regime disciplinar, via rápida, e este inconstitucional decreto 40002, que o senhor diz que "temos" que cumprir. Somos civis, mesmo com decretos encomendados, mesmo com um RD inconstitucional. Só vamos crescer quando as bases (Os Guardas) de fato se unirem e gritarem contra quaisquer defensores de um estado ilegal de assédio moral institucionalizado e apoiado em bases hieráquicas copiadas da PM, exército, ou qualquer outra instituição militar. Além dos visíveis concursos, acessos internos, feitos de maneira conduzida e prejudiciais à grande maioria que arrisca sua vida nas ruas e não atrás de mesas e medalhinhas de lata. As demissões à pedido continuam, as readaptações aumentam, as doenças se proliferam e se tornam afastamentos, enquanto homens brincam de "deuses" em seus "pedestais". O que digo é quase unânime entre os Guardas, caso não vivessemos diante de "deuses oficiais" o senhores saberiam disto. Quanto a crítica ao sistema, isto não é só uma crítica, é uma ideia que amadurece e toma força, cada vez que nos vemos com salários baixos, sem o porte de arma particular que deveria ser expedido pelo comando, com armamento institucional sucateado - enquanto os senhores tem a expectativa de receber pistolas para substituir os revólveres novos com cabo de borracha - e principalmente, quanda sabemos, através do secretário de segurança, a respeito da "verba" que será paga somente aos senhores em detrimento de toda uma categoria que se arrisca, calada por muito tempo. Um dia o povo cansa, o Guarda é povo. A greve, por mais que seja considerada política pelo governo municipal, não seria possível não fosse o descontentamento da corporação. Espero nunca mais presenciar uma greve na Guarda, mas não por estarmos contidos à força, mas sim por termos ganhado o respeito devido e as condições mínimas de trabalho e sustento. Sera o que senhor consegue compactuar desta ideia? Seria um começo...

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